sábado, 28 de março de 2015

Blaxploitation






APRESENTAÇÃO

Começou como um grito de revolta. Acabou como um ícone cinematográfico. A tendência que veio a ser chamada de Blaxploitation (também Soul Cinema) surgiu em um período de intenso ativismo político nos Estados Unidos, fruto da conscientização gerada nos movimentos pelos direitos civis, e tomou as salas de cinema como uma avalanche.

Quando Melvin Van Peebles dirigiu, em 1971, o clássico Sweet Sweetback's Baadasssss Son, ele começou uma nova era para o cinema de Hollywood. O gueto encontrava uma voz. O sucesso avassalador desta produção independente e rebelde mostrou aos estúdios que havia espaço para um cinema voltado ao público afro-americano, e que este era um filão lucrativo a ser explorado.


Em seguida, a Metro-Goldwyn-Mayer lançou Shaft (de Gordon Parks), e a febre do novo cinema negro se estendeu por quase uma década. Porém, enquanto alguns viam o Blaxploitation como uma forma de empoderamento das populações negras, que finalmente via seu protagonismo nas telas, outros viam estes filmes apenas como um reforço dos estereótipos racistas.

Polêmicas à parte, é inegável a importância do Blaxploitation, cuja influência ainda é sentida no cinema atual (vide as obras de Quentin Tarantino e Mario Van Peebles), além de ter aberto o caminho para cineastas como John Singleton e Spike Lee.




OBJETIVOS

O curso Blaxploitation – O Cinema Negro Americano dos Anos 70, ministrado por César Almeida, tem como objetivo traçar um panorama do fenômeno Blaxploitation analisando suas características estéticas e históricas, além de abordar suas controvérsias e impactos sociais nos EUA no período.




CONTEÚDOS

Aula 1

- Introdução
- Os “race movies” (1915-1950)
- A Hollywood nos anos 60 (In the Heat of the Night,
The Learning Tree, Watermelon Man)
- Cotton Comes to Harlem (1970)
- A explosão do Blaxploitation (Sweet Sweetback's Baadasssss Song,
Shaft, Hammer, Super Fly)
- The Legend of Nigger Charley, Across 110th Street, Black Mama,
White Mama, Blacula, Slaughter, Trouble Man, Black Caesar,
Cleopatra Jones, Coffy, The Mack (1972/1973)


Aula 2

- Black Belt Jones, The Black Six, Foxy Brown,

Three the Hard Way, T.N.T Jackson, Truck Turner, Sugar Hill, Sheba,
Baby, Boss Nigger, Mandingo (1974/1976)
- Declínio (1976/1982)
- As trilhas sonoras (Isaac Hayes, Bobby Womack, Marvin Gaye,
James Brown, Curtis Mayfield...)
- Curiosidades (Blaxploitation na Itália, The Harder They Come,
títulos estranhos, homenagens)
- Os astros (Fred Williamson, Pam Grier, Jim Brown,
Richard Roundtree, Gloria Hendry)


Ministrante: César Almeida

Publica artigos sobre cinema desde 2008. Lançou, em 2010, o livro "Cemitério Perdido dos Filmes B", que compila 120 resenhas de sua autoria. Em 2012, organizou "Cemitério Perdido dos Filmes B: Exploitation" com textos próprios e de outros 11 críticos de cinema. Escreve ficção, com o pseudônimo Cesar Alcázar, e atua como editor e tradutor. Já ministrou os cursos "Mestres & Dragões: A Era de Ouro das Artes Marciais no Cinema" e “Sam Peckinpah – Rebelde Implacável” pela Cine UM.





Curso
BLAXPLOITATION
O Cinema Negro Americano dos Anos 70
de César Almeida


DATAS
Dias 23 e 24 / Abril (quinta e sexta)

HORÁRIO
19h30 às 22h

LOCAL
Centro Cultural CEEE Erico Verissimo
(Rua dos Andradas, 1223 - Porto Alegre - RS)

INVESTIMENTO
R$ 70,00

FORMAS DE PAGAMENTO
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

MATERIAL
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

INFORMAÇÕES
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714


REALIZAÇÃO
Cine UM Produtora Cultural

PATROCÍNIO



INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO
1) Preencha e envie o formulário abaixo.

2) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.
3) Pagamento por Cartão de Crédito: após enviar o formulário, retorne ao blog e clique no botão do PagSeguro.
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sexta-feira, 6 de março de 2015

Oficina de Roteiro 13


VAGAS LIMITADAS


Apresentação

A Oficina, que chega à sua 13ª turma, é uma atividade focada na prática da criação/redação de roteiro para Cinema, desde a ideia inicial, passando por seus tratamentos até a conclusão de um roteiro acabado para curta-metragem. Na Oficina serão estudados os princípios técnicos do trabalho de um roteirista. O desafio é: como escrever para o cinema sem cair nas fórmulas pré-fabricadas?
O objetivo da Oficina é oferecer aos participantes as ferramentas técnicas que deverão ser aliadas à criatividade para o desenvolvimento da escrita para o Cinema.


A Oficina

Ministrada pelo Doutor em Cinema Roger Bundt, a Oficina desenvolve aulas teóricas e práticas de redação de roteiro para curta e longa-metragem. Serão 7 aulas presenciais ao longo das quais cada aluno desenvolverá um roteiro de curta-metragem, com supervisão individual do professor. As aulas serão ministradas no Museu da Comunicação Hipólito José da Costa (Porto Alegre), às segundas-feiras, no turno da noite.

A Oficina de Roteiro é aberta a todos os interessados.
Para frequentar as aulas não é necessário nenhum pré-requisito ou formação prévia.

Conteúdo das aulas

Introdução ao roteiro / Argumento / Sinopse / Storyline / Escaleta / Diálogos / Cenas / Personagens / Idéias / Discurso indireto


Metodologia

Aulas expositivas, análises de filmes, estudo de textos de apoio, acompanhamento individual no desenvolvimento do roteiro e indicações bibliográficas.

Cronograma das aulas

Encontro 1: 18 / Maio
Encontro 2: 25 / Maio
Encontro 3: 01 / Junho
Encontro 4: 08 / Junho
Encontro 5: 15 / Junho
Encontro 6: 22 / Junho
Encontro 7: 29 / Junho

(Segundas-feiras – das 19h30 às 22h)



Ministrante: ROGER BUNDT

Doutor em Cinema (2011), Mestre em Letras e Cultura Regional pela UCS (2005) e Mestre em Cinema pela Universidade de Barcelona (2001). Trabalha na produção audiovisual desde 1993. Atua como roteirista e diretor de programas de televisão e cinema, atuando principalmente nos seguintes temas: cinema e televisão (roteiro, produção e significação), publicidade (criação e produção), entretenimento e roteiro audiovisual.


OFICINA DE ROTEIRO DE CINEMA
- Turma 13 -
de Roger Bundt


DATAS
Início: 18 / Maio
* 7 Encontros semanais, às segundas-feiras

HORÁRIO
19h30 às 22h

LOCAL
Museu da Comunicação Hipólito José da Costa
(Rua dos Andradas, 959 - Centro - Porto Alegre - RS)

INVESTIMENTO
* À Vista (c/ 10% de desconto): R$ 400,00
* Parcelado: 2 x R$ 220,00

FORMAS DE PAGAMENTO
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

MATERIAL
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

INFORMAÇÕES
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714


REALIZAÇÃO
Cine UM Produtora Cultural



INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO

1) Preencha e envie o formulário abaixo.

2) PAGAMENTO À VISTA (R$ 400,00)

* Cartão de Crédito: após enviar o formulário de inscrições, retorne ao blog e clique no botão do "PagSeguro.

* Depósito Bancário: após enviar o formulário de inscrições você receberá as orientações para efetuar o depósito.

3) PAGAMENTO PARCELADO (2 x R$ 220,00)

* Parcela 1: Efetuar o pagamento por depósito bancário (as informações serão fornecidas após o envio do formulário de inscrição).

* Parcela 2: Efetuar o pagamento em cheque no local, no primeiro dia de aula (pré-datado para o dia 22/Maio).
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Ficção Científica dos Anos 50







APRESENTAÇÃO

O curso apresenta a produção de filmes de ficção científica da década de 1950, que surge pela primeira vez como gênero cinematográfico substituindo o horror nas telas e originando obras que exploravam as principais preocupações da época, como a conquista do espaço, viagens interplanetárias, invasões alienígenas, ataques de discos voadores e as consequências desastrosas de uma iminente guerra nuclear. Também mostra como o cinema se apropriou do clima paranoico motivado pela Guerra Fria entre EUA e URSS e o confronto entre as ideologias capitalista e comunista para criar filmes perturbadores e sensacionalistas, retratos pertinentes de uma era de medos e incertezas, nos quais a ameaça da perda da individualidade era um pesadelo frequente.




Uma centena de filmes estadunidenses e ingleses, realizados entre 1950 e 1959, foram selecionados para representar o período, assim como uma análise da contraparte oriental, representada pela produção japonesa Gojira (1954), um dos mais poderosos filmes sobre as consequências da energia nuclear e seu poder destrutivo. O curso exibirá também filmetes produzidos por órgãos do Governo dos Estados Unidos no período da Guerra Fria, legendados em português com exclusividade, ajudando a reconstituir o clima da época e resgatar os valores culturais e sociais que influenciaram o surgimento e evolução da ficção científica cinematográfica.




OBJETIVOS

O curso Ficção Científica dos Anos 50 – O temor da bomba atômica e os horrores da era nuclear, ministrado por Carlos Primati, vai fazer uma análise do cenário sócio-político que propiciou a expansão da Ficção Científica no cinema da década de 1950. O curso também exibirá trechos selecionados das obras mais representativas do gênero naquele período marcado pela Guerra Fria, pelos temores do holocausto nuclear e o medo das invasões alienígenas.





CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Aula 1
Anos 50: Explosão da era nuclear e da ficção científica
* Duck and Cover: aprenda a sobreviver à bomba atômica.
* O que é e o que não é ficção científica?
* Segunda Guerra Mundial: horror pior do que a ficção.

Aula 2
Corrida espacial, discos voadores e invasores alienígenas
* Ao espaço e além: exploração espacial e viagens interplanetárias.
* Ameaça vinda do espaço: a epidemia dos discos voadores.
* Homenzinhos verdes: as invasões alienígenas.

Aula 3
Inimigos infiltrados, mutantes e monstros gigantes
* Viemos em missão de paz: visitas de seres amigáveis.
* Paranoia anticomunista: a silenciosa invasão humanoide.
* Efeitos colaterais da energia nuclear: os monstros gigantes.

Aula 4
Hecatombe nuclear: outros universos da ficção científica
* Gojira (1954): reflexões sobre uma força incontrolável.
* Voando sozinho: a ficção científica a partir dos anos 1960.
* O futuro não é mais como costumava ser: o gênero nos dias atuais.




Ministrante: CARLOS PRIMATI

Jornalista, crítico, historiador e pesquisador dedicado a tudo que se refere ao cinema de horror mundial. Publicou artigos em livros sobre a obra do cineasta José Mojica Marins e sobre o Horror no Cinema Brasileiro. Colaborou no livro Maldito, de André Barcinski e Ivan Finotti, e co-produziu a Coleção Zé do Caixão em DVD, vencedor do 1º Prêmio DVD Brasil como melhor coleção do ano. 
Publicou textos nas edições especiais O Livro do Horror (Herói), O Super Livro dos Filmes de Ficção Científica (Superinteressante) e A História do Rock (Bizz). Criou e editou a revista Cine Monstro, e trabalha na organização de uma monumental enciclopédia sobre filmes de horror.
Já ministrou pela Cine UM os cursos “A Obra de Alfred Hitchcock”; “História do Cinema de Horror”; “Expressionismo Alemão: Uma Sinfonia de Luzes e Sombras” e “Zé do Caixão: 50 Anos de Terror”.






Curso

FICÇÃO CIENTÍFICA DOS ANOS 50

de Carlos Primati


DATAS
Dias 06, 07, 08 e 09 / Abril (segunda a quinta)

HORÁRIO
19h30 às 22h

LOCAL
Centro Cultural CEEE Erico Verissimo
(Rua dos Andradas, 1223 - Porto Alegre - RS)

INVESTIMENTO
R$ 120,00

FORMAS DE PAGAMENTO
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

MATERIAL
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

INFORMAÇÕES
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714


REALIZAÇÃO
Cine UM Produtora Cultural

PATROCÍNIO


INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO
1) Preencha e envie o formulário abaixo.

2) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.
3) Pagamento por Cartão de Crédito: após enviar o formulário, retorne ao blog e clique no botão do PagSeguro.
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Quentin Tarantino





Apresentação

Poucos cineastas são tão amados e odiados quanto Quentin Tarantino. Poucos cineastas têm uma trajetória tão meteórica quanto Quentin Tarantino. Poucos cineastas foram tão influentes para o cinema moderno que geraram imitadores e deram origem a um termo ("tarantinesco").


Laureado pelo sucesso de crítica e público do seu filme de estreia, Cães de Aluguel (1992), o até então desconhecido Tarantino foi catapultado para o sucesso e não tardou a se transformar num dos grandes diretores das últimas décadas. Seu segundo filme, Pulp Fiction (1994), mal estreou e já era considerado uma obra-prima, e nove em cada dez filmes produzidos nos anos 1990 tentavam imitar o estilo descolado e "cool" do novo "muso" do cinema independente.

Com o passar dos anos e dos filmes, Tarantino ao mesmo tempo irritou, pela superexposição, e atraiu, com seus filmes repletos de personagens e diálogos memoráveis e, claro, cenas sangrentas. Mas ao mesmo tempo em que amadurecia seu próprio estilo, o super-cinéfilo Quentin também criou aquilo que podemos chamar de um "cinema hiperlink", em que nomes de personagens, diálogos e situações remetem à própria filmografia do cineasta e a incontáveis outros filmes - alguns bem conhecidos, outros nem tanto (mas que fatalmente retornam à superfície quando são "homenageados" por Tarantino).

Destinado a fãs apaixonados de Quentin Tarantino e também a cinéfilos que querem aprender mais sobre o cinema pós-moderno do diretor (e sua criativa rede de referências e citações que muitos até consideram plágio), o curso oferecerá uma imersão completa na mitologia do realizador, sem esquecer dos diversos filmes e diretores que inspiraram o cineasta a realizar suas obras.


Objetivos
  
O objetivo do curso O Cinema Hiperlink de Quentin Tarantino, ministrado por Felipe M. Guerra, é propor uma análise profunda de todos os filmes escritos e dirigidos por Quentin Tarantino desde a sua malsucedida tentativa de fazer cinema pela primeira vez, com o inédito e nunca finalizado My Best Friend's Birthday (1987), até seu trabalho mais recente, o oscarizado Django Livre (2012). Seu novo longa-metragem, The Hateful Eight, tem lançamento previsto para 2015.



Cada título será abordado detalhadamente, com a exibição de cenas das obras de Tarantino e dos filmes que o inspiraram – pois uma coisa leva à outra, como se realmente existissem hiperlinks em que o espectador vai clicando para ser direcionado a outras "páginas". Também serão discutidas as conexões que os filmes do diretor têm entre si, como o retorno de personagens de um filme em outro, criando elos que revelam que as tramas se passam todas num mesmo "universo tarantinesco". Por fim, veremos também o ator Tarantino em ação nos filmes dos outros, numa faceta menos conhecida e celebrada do ídolo pop.


Temas

Aula 1


* O início de tudo (ou Breve história de Quentin Tarantino)
O sucesso repentino de Tarantino com o lançamento de Cães de Aluguel em 1992 deu origem à lenda urbana de que o jovem diretor teria saído nada (ou detrás do balcão de uma videolocadora) e estreado como diretor de cinema com elogios unânimes da crítica e do público. Mas a realidade é um pouco diferente e muito mais interessante. A infância de Quentin Tarantino como garoto-problema, filho de mãe solteira que cresceu odiando o pai e sonhando em ser ator. Seus empregos como lanterninha de cinema pornô e balconista de videolocadora. A primeira tentativa de fazer um filme em 1983 (Love Birds in Bondage). Sua participação como "limpador de cocô de cachorro" num vídeo de Dolph Lundgren e "imitador de Elvis" num episódio do seriado As Super Gatas. E, por fim, sua verdadeira estreia como diretor - esta fracassada - em My Best Friend's Birthday (1987).

* Os longas "oficiais" da primeira etapa da filmografia de Tarantino.
Uma jornada de Cães de Aluguel a Jackie Brown.

* Os roteiros filmados por outros realizadores.


Aula 2


* O fim de um ciclo (ou "Vou dar uma de Terrence Malick")
Os seis anos sem Tarantino entre Jackie Brown e Kill Bill, seu impacto no cinema da época, os principais imitadores (Joe Carnahan; Guy Ritchie; Gary Fedler; Danny Boyle e Larry Bishop) e as parcerias feitas e desfeitas entre o começo e a virada da década (Robert Rodriguez; Roger Avary; Allison Anders; Alexandre Rockwell e Scott Spiegel).

* A celebração e os sucessos de sua filmografia.
A segunda etapa da sua filmografia (a "retomada"), de Kill Bill a Django Livre.

* As experiências de Quentin Tarantino como ator.


Ministrante: FELIPE M. GUERRA

Jornalista e cineasta independente, apaixonado por Filmes B e obscuros do estilo que Quentin Tarantino adora homenagear em seus filmes. Escreveu textos e matérias para o site Boca do Inferno e criou um blog próprio (Filmes para Doidos) para escrever resenhas sobre o lado B do cinema mundial. Como cineasta independente, manifesta sua admiração pelo estilo tarantinesco. Dirigiu uma comédia confessadamente inspirada no trabalho do diretor (Patricia Gennice, 1998). Recentemente finalizou o curta-metragem O Estripador da Rua Augusta, estrelado por Monica Mattos. Já ministrou o curso "Slasher Movies: Virgens, Mascarados e Litros de Sangue" pela Cine UM.


Curso
O Cinema Hiperlink de Quentin Tarantino
de Felipe M. Guerra


DATA
14 e 15 / Março (sábado e domingo)
HORÁRIO
14h às 16h30
LOCAL
Santander Cultural
(Rua Sete de Setembro, 1028 - Porto Alegre - RS)

INVESTIMENTO
R$ 70,00
FORMAS DE PAGAMENTO
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)
MATERIAL
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

INFORMAÇÕES
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714

REALIZAÇÃO
Cine UM Produtora Cultural

PATROCÍNIO

Sapere Aude Livros
Editora Aleph

APOIO
Santander Cultural

PARCERIA
Espaço Vídeo
Rádio Putzgrila
Papo de Cinema


INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO
1) Preencha e envie o formulário abaixo.
2) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.
3) Pagamento por Cartão de Crédito: após enviar o formulário, retorne ao blog e clique no botão do PagSeguro.
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