quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Ingmar Bergman

 



Desde os seus primeiros longas, o sueco Ingmar Bergman demonstrou grande talento para criar atmosferas e inserir o espectador de forma magistral nas suas histórias. Criando uma grande identificação através de seus inigualáveis closes, faz com que o público sinta as muito recorrentes dores e lamentações dos seus personagens que são, invariavelmente, atormentados por algo. 

Bergman é, mais do que qualquer outro cineasta, atemporal, pois dialoga com a alma humana de forma muito profunda e trata de temas que nunca deixarão de ser relevantes, como fé, religião, problemas psicológicos em geral, angústias, medos, conflitos existenciais, vida e morte. Morte, aliás, que atinge seu ápice na obra de Bergman em O Sétimo Selo, filme que traz um personagem ameaçador com esse nome, perseguindo pessoas e se disfarçando para pegá-las de surpresa. 

Em obras como a famosa Trilogia do Silêncio (1961/62/63) e o espetacular A Hora do Lobo (1968), Bergman filma o terror de uma forma muito peculiar, focando totalmente no aspecto psicológico das pessoas, não no objeto que causa o medo. Isso ocorre também com outros temas, como a guerra, em Vergonha (1968), e o reconhecimento profissional, em Morangos Silvestres (1957). No seu trabalho, ao longo de décadas, todos os caminhos levam à investigação minuciosa dos problemas que atingem a todos nós, em toda a vida. 


Objetivos

O curso Ingmar Bergman: Diálogos com a Morte, de Lucas Vidal, vai trazer uma filmografia selecionada do sueco, com uma curadoria cuidadosa, para que seja possível observar todas as principais características de sua obra. O objetivo é analisar como cada um desses aspectos, como medo, raiva e questionamentos sobre Deus, são trazidos e aprofundados por Bergman, principalmente através de questões técnicas como os closes e a fotografia. O curso busca também entender os filmes por meio das diferenças entre as funções do roteiro e da direção cinematográfica e como esses elementos contribuem para as sensações provocadas.


Conteúdos


Aula 1

Introdução: quem foi Ingmar Bergman (um breve resumo).

Apresentação dos atores recorrentes na obra de Ingmar Bergman: Max von Sydow, Liv Ullmann, Harriet Andersson, Bibi Andersson, Gunnar Björnstrand, Erland Josephson, Ingrid Thulin.

Os temas recorrentes na obra de Bergman: medo, morte, fé, conflitos familiares, relações problemáticas.

Onde e como os temas principais aparecem, através da filmografia selecionada e comentada.

Questões sociais em Chove Sobre Nosso Amor e Gritos e Sussurros.

 


Aula 2

A função dos rostos e dos closes em Bergman: uma análise por meio de Persona, Sonata de Outono, Gritos e Sussurros e outros.

Religião, fé, morte e vingança em O Sétimo Selo, A Fonte da Donzela e Gritos e Sussurros.

Terror, medo e o fim da vida em Morangos Silvestres, A Hora do Lobo e Trilogia do Silêncio.

 


Ministrante: Lucas Vidal

Graduado em Jornalismo pela PUC-RS, com passagem pelo jornal Zero Hora. Já ministrou aulas e conteúdos sobre Ingmar Bergman no curso de Jornalismo da UniRitter. Desenvolveu a monografia "A Representação dos Relacionamentos Amorosos em Godard: Uma Análise de Uma Mulher É Uma Mulher e Acossado", como trabalho de conclusão do curso de Jornalismo. Foi ministrante do curso “Kleber Mendonça Filho: Uma Análise Ideológica”, pela Cine UM.



Curso
INGMAR BERGMAN: 
DIÁLOGOS COM A MORTE
de Lucas Vidal


Datas
10 e 11 / Outubro
(sábado e domingo)

Horários
14h30 às 17h30

Duração
2 encontros presenciais
(carga horária: 6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)


Material
Certificado de participação


Investimento

Lote 1 (até 20/09)
R$ 70,00



Formas de pagamento
Cartão de crédito (em até 3x)
Boleto
Depósito / Pix



FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO








Informações

cinema.cineum@gmail.com  /  Fone: (51) 99270-1352




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quarta-feira, 5 de agosto de 2026

Telas do Medo




O cinema de horror consolidou-se, ao longo de sua história, como um dos gêneros cinematográficos mais expressivos da cultura contemporânea. Muito além do entretenimento, suas narrativas dialogam com medos, tensões, conflitos e transformações sociais, convertendo-se em importantes espaços de produção de significados sobre o mundo. Monstros, epidemias, fantasmas, psicopatas, criaturas sobrenaturais e cenários apocalípticos não constituem apenas elementos ficcionais, mas também formas simbólicas por meio das quais diferentes sociedades expressam inquietações relativas a questões políticas, econômicas, culturais e de identidade.

A partir das contribuições dos Estudos Culturais em Educação, compreende-se que o cinema atua como uma potente pedagogia cultural, ensinando modos de perceber a realidade, produzindo representações, constituindo identidades e participando da formação dos sujeitos. Sob essa perspectiva, o horror deixa de ser entendido apenas como um gênero voltado ao medo ou ao sobrenatural, passando a ser reconhecido como um espaço privilegiado para refletir sobre processos de normalização, relações de poder, produção de diferenças, estigmatizações e conflitos sociais. Desse entendimento emerge a noção de pedagogias do horror, compreendidas como os diferentes processos de aprendizagem, reflexão e problematização suscitados pelas produções do gênero a partir de suas particularidades narrativas, estéticas e sensoriais, bem como de sua potência visceral, capaz de provocar desconforto, mobilizar afetos e tensionar aquilo que, muitas vezes, permanece naturalizado na vida cotidiana.

Nesse contexto, o curso propõe uma aproximação entre educação, cultura e cinema de horror, analisando produções cinematográficas nacionais e internacionais que possibilitam discutir temas como envelhecimento, extremismo, racismo, consumismo, fundamentalismo religioso, necropolítica, misoginia e heteronormatividade. Para isso, serão analisadas obras como The Amusement Park (1975), de George A. Romero; A Coisa (1985), de Larry Cohen; Gênesis 22 (1999), de Jeferson De; Zumbis na Neve (2009), de Tommy Wirkola; Morto Não Fala (2018), de Dennison Ramalho; e They/Them – O Acampamento (2022), de John Logan, entre outras produções. Ao longo das atividades, serão articulados referenciais dos Estudos Culturais em Educação com análises fílmicas, buscando evidenciar como o horror pode constituir-se em uma importante ferramenta para compreender a sociedade contemporânea e os processos educativos que atravessam o cotidiano para além da escola.


Objetivos

O curso Telas do Medo: O Que o Horror nos Ensina?, ministrado por Lucas Bitencourt Fortes, vai analisar o potencial pedagógico presente nas produções cinematográficas do gênero de Horror, compreendendo-as como pedagogias culturais que produzem significados, ensinam modos de compreender o mundo e participam da constituição de identidades, diferenças e formas de subjetivação. Para tanto, o curso propõe discutir os principais conceitos que fundamentam esse campo de investigação, refletir sobre as pedagogias do horror e analisar diferentes produções cinematográficas, buscando compreender como questões sociais, políticas, culturais e educacionais são representadas e problematizadas por meio das narrativas do gênero.




Conteúdos 


Aula 1


- Breve história e conceituação do cinema de horror

- Das pedagogias culturais às pedagogias do horror

- Interfaces das pedagogias do horror

- O estigma do envelhecimento em The Amusement Park

- Controle social e o medo do Outro em Teenage Caverman

- Renascimento do extremismo em Zumbis na Neve (Dead Snow)

- Representações de negritude em Gênesis 22


Filmes de referência

Teenage Caveman (1958) - Roger Corman

The Amusement Park (1975) - George A. Romero

Zumbis na Neve (Dead Snow) (2009) – Tommy Wirkola

Gênesis 22 (1999) – Jeferson De



Aula 2


- Consumismo e a ameaça comunista em A Coisa

- O fundamentalismo religioso em Martin

- Identidade e necropolítica em Ninjas

- O horror heteronormativo em They/Them – O Acampamento

- Religião e militarismo em A Cor que Caiu do Espaço

- Machismo e misoginia em Morto Não Fala



Filmes de referência

A Coisa (1985) - Larry Cohen

Martin (1977) - George A. Romero

Ninjas (2010) – Dennison Ramalho

They / Them - O Acampamento (2022) – John Logan

A Cor que Caiu do Espaço (2016) - Petter Baiestorf

Morto Não Fala (2018) - Dennison Ramalho



Ministrante: Lucas Bitencourt Fortes

Doutorando em Educação pela UFRGS, na linha de pesquisa Arte, Linguagem e Currículo. Mestre em Educação pela ULBRA. Integrante da RIECEdu (Rede Internacional de Estudos Culturais em Educação) e do GRITEH! (Grupo de Reflexão e Investigação do Terror e Horror). Atualmente desenvolve pesquisas sobre o cinema de horror negro brasileiro, a partir das contribuições dos Estudos Culturais em Educação.



Curso
TELAS DO MEDO: 
O QUE O HORROR NOS ENSINA?
de Lucas Bitencourt Fortes


Datas
12 e 13 / Setembro
(sábado e domingo)

Horários
14h30 às 17h30

Duração
2 encontros presenciais
(carga horária: 6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)


Material
Certificado de participação


Investimento

Lote 1 (até 23/08)
R$ 65,00



Formas de pagamento
Cartão de crédito (em até 3x)
Boleto
Depósito / Pix



FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO






Informações

cinema.cineum@gmail.com  /  Fone: (51) 99270-1352




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sexta-feira, 10 de julho de 2026

Fronteiras do Documentário





Na contemporaneidade, as redes sociais, as práticas audiovisuais experimentais e as produções documentais tornaram-se palcos centrais para a expressão da identidade. Multiplicam-se, hoje, os gestos de exposição de si que atravessam diretamente o corpo e o desejo. Exemplos viscerais dessa tendência podem ser observados em obras como Deep Inside Annie Sprinkle (1981), de Annie Sprinkle; Filme para Poeta Cego (2012), de Gustavo Vinagre; Assexybilidade (2023), de Daniel Gonçalves; e Eros (2024), de Rachel Ellis.


Investigar o cinema documentário contemporâneo sob essa ótica exige compreendê-lo não apenas como um registro passivo da realidade, mas como uma prática poderosa de produção de subjetividade. Trata-se de construir ferramentas conceituais capazes de decifrar como essas formas de autoexposição operam no limite do risco e do excesso, dialogando frequentemente com o imaginário pornográfico. 

Em vez de moralizar ou normalizar tais representações, a proposta consiste em analisá-las como gestos estéticos que desafiam as fronteiras entre o visível e o proibido, o público e o privado, a confissão e a performance, a verdade e a encenação. Ao articular cinema, corpo e política, abre-se caminho para uma leitura crítica das imagens documentais, colocando sempre em questão os seus profundos efeitos éticos e subjetivos na sociedade atual.


Objetivos

O curso Fronteiras do Documentário: Sexo, Imagem e Verdade, ministrado por Luciana Tubello, propõe abordar o documentário contemporâneo a partir das relações entre sexo, imagem e regimes de verdade no audiovisual, tensionando as concepções tradicionais do gênero como mera representação do real. A partir da análise de filmes e fragmentos audiovisuais, as obras serão pensadas não como simples exposição de si, mas como práticas estéticas e políticas que produzem modos de ver, dizer e constituir sujeitos em direto confronto com os regimes normativos de visibilidade.




  ATENÇÃO  

Esta atividade é proibida para menores de 18 anos.



Conteúdos


Aula 1

Parte 1: Introdução ao Cinema Documentário

- Breve história do cinema documentário

- Os principais modos de abordagem no documentário


Parte 2: Borrando Fronteiras

- Pornografia x Documentário: a verdade da imagem

- Ficção versus Realidade: a verdade do encontro


Filmes de referência:

- Deep Inside Annie Sprinkle (1981), de Annie Sprinkle

- Filme para Poeta Cego (2012), de Gustavo Vinagre

- E Agora? Lembra-me (2013), de Joaquim Pinto


Aula 2

Parte 1: Jogos de Verdade, Poder e Resistência

- Corpo: campo de visibilidade e enunciação

- Sexo: campo de disputa discursiva


Parte 2: O Desaparecimento do Outro

- A plataformização do sexo


Filmes de referência:

- The Fall of Communism as Seen in Gay Pornography (1998), de William E. Jones

- O Céu Sobre os Ombros (2011), de Sérgio Borges

- Assexybilidade (2023), de Daniel Gonçalves

- Eros (2024), de Rachel Ellis

 


Ministrante: Luciana Tubello

Mestra em Educação pela UFRGS com nas áreas de cinema, educação e formação de públicos. Assistente de produção executiva do projeto RodaCine, voltado à difusão do audiovisual, e responsável pela curadoria e produção da Sessão Quintaninha, dedicada ao público escolar e integrada à programação da Cinemateca Paulo Amorim. Desenvolveu projetos de formação e produção audiovisual com financiamento do Pró-Cultura RS FAC. Atualmente, pesquisa as relações entre sexo, imagem e constituição do sujeito no documentário contemporâneo.




Curso
FRONTEIRAS DO DOCUMENTÁRIO: 
SEXO, IMAGEM E VERDADE
de Luciana Tubello


Datas
15 e 16 / Agosto
(sábado e domingo)

Horários
14h30 às 17h30

Duração
2 encontros presenciais
(carga horária: 6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)


Material
Certificado de participação


Investimento

Lote 1 (até 26/07)
R$ 65,00

Lote 2
R$ 70,00


Formas de pagamento
Cartão de crédito (em até 3x)
Boleto
Depósito / Pix






Informações

cinema.cineum@gmail.com  /  Fone: (51) 99270-1352




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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Cinema Estrutural

 




Em 1969, o historiador do cinema P. Adams Sitney publica na revista Filme Culture Reader o texto Structural Film. Nesse curto artigo, o autor propõe uma nova nomenclatura para uma específica produção de cinema experimental norte-americano: filmes estruturais. A categoria de Sitney diz respeito a obras que priorizam a forma em detrimento do conteúdo através de uma objetividade da linguagem. Planos simples, movimentos de câmera, cópias em loop e o efeito de flicker são utilizados com o objetivo de revelar as particularidades materiais da película, ou, como descrito no ensaio, revelar sua “estrutura”.


Passados mais de 50 anos, o ensaio inaugural do movimento já foi lido, reinterpretado e até mesmo criticado à luz de novos pressupostos teóricos, mas seu pioneirismo há de seguir reconhecido. Artistas e realizadores como Michael Snow, Joyce Wieland, Hollis Frampton, Ernie Gehr e Paul Sharits, entre outros, passaram a ser vistos como um grupo cujas pesquisas estéticas tinham como principal diretriz a revelação dos aparatos ilusórios da imagem cinematográfica hegemônica. Zooms intermináveis, imagens estáticas, fotografias queimadas e a uma curiosa relação entre o ser humano e a máquina são algumas das armas escolhidas pelos cineastas estruturais nesse campo de batalha imagético contra a ilusão do cinema institucional.


Por mais que o recorte histórico dessa corrente seja bem delimitado – anos 1960 e 1970 –, o Cinema Estrutural norte-americano não deixa de abrir diálogo com um passado vanguardista, uma vez que muitos de seus estudos formais podem ser vistos nos filmes dadaístas dos anos 1920. Ainda que os direcionamentos de seus cineastas sejam pautados nas especificidades do aparato cinematográfico, é perceptível neles uma aparente influência do minimalismo, da arte conceitual e, até mesmo, da land art. Além disso, as próprias fronteiras geográficas que delimitam o início do cinema estrutural deixam de ser respeitadas, fazendo com que resquícios de sua filosofia cinematográfica possam ser vistos, por exemplo, em experimentações fílmicas de artistas visuais brasileiros como Antônio Dias e Paulo Bruscky.

Longe de ser uma corrente homogênea, o cinema estrutural norte-americano pode ser interpretado como uma vertente cinematográfica que não está unida por supostas semelhanças estilísticas, mas sim por um ímpeto subversivo do material base que constitui o cinema: a imagem em (aparente) movimento.


Objetivos

O curso CINEMA ESTRUTURAL: UMA BATALHA CONTRA A ILUSÃO, ministrado por Frederico Franco, tem como objetivo analisar as principais características estéticas e as principais obras que moldaram o Cinema Estrutural norte-americano ao longo dos anos 1960 e 1970. Ao longo dos encontros, serão observados seus diálogos com sua herança vanguardista, os debates que formaram o movimento, possíveis interlocuções com as artes visuais e reflexos no cinema brasileiro. Ao final, busca-se compreender como o estrutural não representa apenas uma força reativa formal, mas também um instrumento de subversão política.



Conteúdos


Aula 1

- Protótipos: uma herança vanguardista, do dadaísmo a Andy Warhol.

- Debates: as publicações de P. Adams Sitney e Georges Maciunas.

- Conflitos: o estrutural versus o institucional.

- Ilusões: arbitrariedade, espaço e tempo.

Aula 2

- Diálogos: Michael Snow, cinema estrutural e arte contemporânea.

- Teorias: a organização teórica por Peter Gidal.

- Reflexos: o estrutural no Brasil e no cinema contemporâneo.



Ministrante: Frederico Franco

Pesquisador e crítico de cinema. Bolsista de Doutorado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGAV | UFRGS), na linha de pesquisa Imagem, cultura e memória. Mestre em Cinema e Artes do Vídeo pela Universidade Estadual do Paraná (PPG-CINEAV | UNESPAR). Autor de artigos e um capítulo de livro a respeito do cinema estrutural e da obra de Michael Snow. Atualmente pesquisa interlocuções entre cinema experimental e artes visuais, cinema experimental brasileiro e cultura marginal a partir da obra de Torquato Neto.



Curso
CINEMA ESTRUTURAL: 
UMA BATALHA CONTRA A ILUSÃO
de Frederico Franco


Datas
06 e 07 / Junho
(sábado e domingo)

Horários
14h30 às 17h30

Duração
2 encontros presenciais
(carga horária: 6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)


Material
Certificado de participação


Investimento

Lote 1 (até 24/05)
R$ 65,00

Lote 2
R$ 70,00


Formas de pagamento
Cartão de crédito (em até 3x)
Boleto
Depósito / Pix







Informações

cinema.cineum@gmail.com  /  Fone: (51) 99270-1352




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