sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Cinema Argentino


 



O cinema argentino é uma das cinematografias mais ricas e influentes da América Latina, um espelho fiel das transformações sociais, políticas e econômicas do país ao longo de mais de um século. Conhecer sua história significa entender não apenas os filmes que marcaram épocas, mas também as crises, as renovações e as resistências que moldaram a identidade cultural da Argentina.



A trajetória começa com a chamada época de ouro (décadas de 1930 e 1940), quando grandes estúdios como Lumiton e Argentina Sono Film, estrelas icônicas (Libertad Lamarque, Luis Sandrini, Zully Moreno) e gêneros populares — melodramas, comédias, musicais tangueros e policiais — transformaram o país na maior potência comercial do cinema latino-americano, até o declínio provocado por profundas crises nos anos 1950.

Depois vieram as vanguardas: a Generación del 60, que trouxe realismo, baixo orçamento e cinema de autor nos anos 1960 (com nomes como Manuel Antín e Rodolfo Kuhn); e o Nuevo Cine Argentino, a partir dos anos 1990, que resgatou essa força autoral em meio a novas turbulências econômicas, com diretores como Pablo Trapero, Lucrecia Martel, Adrián Caetano e Daniel Burman alcançando projeção internacional. Nos últimos trinta anos, escolas como a FUC e a ENERC/INCAA formaram gerações de realizadores (Santiago Mitre, Lisandro Alonso, Rodrigo Moreno) que hoje enfrentam um cenário desafiador, marcado pela redução de apoios estatais e pela busca por novos caminhos, do cinema independente às plataformas de streaming.



Objetivos

O Curso HISTÓRIA DO CINEMA ARGENTINO: A INDÚSTRIA, AS VANGUARDAS E O CONTEXTO CONTEMPORÂNEO, ministrado por Rafael Valles, pretende apresentar as obras fundamentais e as principais tendências estéticas e políticas que moldaram a história do cinema argentino ao longo das décadas. O objetivo é proporcionar uma compreensão das glórias, crises e resistências que fizeram do cinema argentino um dos mais relevantes da América Latina.



Conteúdos


Aula 1

- A indústria: o crescimento, o auge e o declínio da época de ouro do cinema argentino.

- La Generación del 60: renovação estética e política. Uma geração sem êxitos comerciais, mas que até hoje é referência para as novas gerações.

- A ditadura militar nos anos 1970 e o declínio do cinema argentino.


Aula 2

- Anos 1980 e 1990: a busca por um cinema comercial e de qualidade.

- El Nuevo Cine Argentino: um cinema diverso que afirma uma renovação estética e a consolidação do cinema de autor.

- Contexto contemporâneo: as escolas de cinema, a importância do INCAA (e sua ausência) e a era dos streamings.


Ministrante: RAFAEL VALLES

Docente, escritor, pesquisador e realizador audiovisual. Doutor em Comunicação Social pela PUCRS. Mestre em Cinema Documentário pela Fundación Universidad del Clne (FUC / Buenos Aires - Argentina - 2011) Professor no Mestrado em Cinema Documentário, na Universidad del Cine (FUC - Argentina, 2023); no Curso de Cinema e Audiovisual e no Curso de Animação, na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL, 2019) e no Curso de Cinema da UNISUL, 2012. Ministrou o curso online "Tendências do Cinema Documentário" (Museu da Imagem e do Som - MIS SP, 2023) e "Oficina Repertórios de Documentários" (IECINE, 2022). Organizador dos livros "50 Olhares Sobre o Cinema Gaúcho" e "Cinesofia: Estudos Sobre o Cinema Gaúcho". Já ministrou os cursos “O Que É Documentário?” (2013 e 2015), “Laboratório de Produção – Documentário de Criação” (2013), “Filme-Ensaio” (2017 e 2024) e “Cinema do Eu” (2019 e 2020), pela Cine UM.




Curso
HISTÓRIA DO CINEMA ARGENTINO: 
A INDÚSTRIA, AS VANGUARDAS E O CONTEXTO CONTEMPORÂNEO
de Rafael Valles


Datas
07 e 08 / Março
(sábado e domingo)

Horários
14h30 às 17h30

Duração
2 encontros presenciais
(carga horária: 6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)


Material
Certificado de participação


Investimento

Lote 1 (até 15/02)
R$ 65,00



Formas de pagamento
Cartão de crédito (em até 3x)
Boleto
Depósito / Pix



FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO









Informações

cinema.cineum@gmail.com  /  Fone: (51) 99270-1352




Realização





Apoio

sábado, 22 de novembro de 2025

Cinema Marginal Brasileiro - Módulo 2

 



A década de 1960 foi marcada pelo fenômeno dos Novos Cinemas. Em todos os continentes, movimentos marcados por filmes ousados e inovadores, dirigidos por jovens cineastas, promoveram rupturas sedutoras, transformando para sempre a paisagem do cinema mundial. Outro fenômeno notável daquele período turbulento da história foi o surgimento das rupturas dentro de rupturas: a partir da segunda metade da década, obras ainda mais radicais – dirigidas por nomes ainda mais jovens – foram lançadas em diversos países, estabelecendo novas possibilidades para a invenção cinematográfica.


No Brasil não foi diferente. No início da década, o Cinema Novo de Glauber Rocha, Joaquim Pedro de Andrade, Ruy Guerra e cia. estabeleceu-se como a grande referência da vanguarda cinematográfica. A partir da segunda metade dos anos 1960, o panorama foi chacoalhado por jovens incendiários. Filmes de realizadores como Rogério Sganzerla, Júlio Bressane, Neville D’Almeida, Ozualdo Candeias, entre vários nomes, ganharam as telas e assumiram um protagonismo no panorama cinematográfico brasileiro. Com essa geração transgressora, surge o chamado Cinema Marginal, nomenclatura ingrata, maldita, recusada pelos próprios diretores, que se consideravam marginalizados.



A sombra da margem reflete o momento sombrio: a violência da repressão da Ditadura Militar, iniciada após o Golpe de 1964, espalhava-se em diversas frentes. A censura oficial impedia a circulação de boa parte dos filmes do Cinema Marginal, cerceando a liberdade criativa dos cineastas. O sentimento de paranoia e de horror toma conta dos filmes, que se tornam mais agressivos, abjetos e desesperados. Rapidamente, no início dos anos 1970, a dimensão coletiva do Cinema Marginal é desmobilizada. Os filmes, no entanto, seguem repercutindo, influenciando novas obras. No curso estudaremos as conexões e as distâncias entre filmes de cineastas como Sganzerla, Bressane, Andrea Tonacci, Luiz Rosemberg Filho e Carlos Reichenbach; o diálogo estético turbulento com a geração do Cinema Novo; a maneira como a invenção cinematográfica confrontou uma realidade política repressiva; e a herança das obras marginais (para além do cinema) nas décadas seguintes.


Objetivos

O curso Cinema Marginal Brasileiro - Módulo 2, ministrado por Leonardo Bomfim Pedrosa, propõe um mergulho num dos momentos mais inventivos da história do cinema brasileiro, contextualizando os filmes em relação à cinematografia nacional e às influências das rupturas modernas dos anos 1960.

ATENÇÃO - Público alvo

Esta atividade está disponível para qualquer interessado(a). Não é necessário ter cursado previamente o Módulo 1.




Conteúdos

 

Aula 1

Sopas de pedra: Cinema Marginal pós-AI5;

Glauber Rocha, Walter Lima Jr. e Nelson Pereira dos Santos: O Cinema Novo e os Marginais;

Perdidos e malditos: os filmes no exílio;

A sobrevivência na década de 1970: Luna Alkalay, José Sette, Ivan Cardoso.


 Aula 2

Ver com os olhos livres: a influência de Oswald de Andrade;

José Agrippino de Paula e João Silvério Trevisan: caos e orgia;

Da literatura ao cinema, do cinema à literatura: uma continuidade nos anos 1970;

Marginais no Brasil contemporâneo.

 


Ministrante: Leonardo Bomfim Pedrosa

Jornalista e Doutor em Comunicação Social (PUCRS), Natural do Rio de Janeiro, Brasil. É Programador da Cinemateca Capitólio, espaço dedicado à preservação e difusão cinematográfica localizado em Porto Alegre. Foi programador do Cine P. F. Gastal, na mesma cidade, entre 2013 e 2017. Foi curador das mostras Cinema Marginal (2008), Cinema Novo: Brasil em Transe (2017) e Cinema de Invenção (2019). Realizou trabalhos de programação para festivais brasileiros como Olhar de Cinema, Gramado e Brasília. Publicou textos em revistas como Archive Prism (Coreia do Sul), Cahiers du Cinéma (França), La Vida Útil (Argentina) e Teorema (Brasil). Já ministrou os cursos Novos Cinemas dos Anos 60Brian De Palma: O Poder da ImagemLumière, Méliès & Outros Pioneiros e A Gênese da Nova Hollywood pela Cine UM.



Curso
CINEMA MARGINAL BRASILEIRO - Módulo 2
de Leonardo Bomfim Pedrosa


Datas
13 e 14 / Dezembro
(sábado e domingo)

Horários
14h30 às 17h30

Duração
2 encontros presenciais
(carga horária: 6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)


Material
Certificado de participação


Investimento
R$ 68,00


Formas de pagamento
Cartão de crédito (em até 3x)
Boleto
Depósito / Pix



FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

 






Informações

cinema.cineum@gmail.com  /  Fone: (51) 99270-1352




Realização





Apoio

terça-feira, 7 de outubro de 2025

Cinema Marginal Brasileiro


 



A década de 1960 foi marcada pelo fenômeno dos Novos Cinemas. Em todos os continentes, movimentos marcados por filmes ousados e inovadores, dirigidos por jovens cineastas, promoveram rupturas sedutoras, transformando para sempre a paisagem do cinema mundial. Outro fenômeno notável daquele período turbulento da história foi o surgimento das rupturas dentro de rupturas: a partir da segunda metade da década, obras ainda mais radicais – dirigidas por nomes ainda mais jovens – foram lançadas em diversos países, estabelecendo novas possibilidades para a invenção cinematográfica.


No Brasil não foi diferente. No início da década, o Cinema Novo de Glauber Rocha, Joaquim Pedro de Andrade, Ruy Guerra e cia. estabeleceu-se como a grande referência da vanguarda cinematográfica. A partir da segunda metade dos anos 1960, o panorama foi chacoalhado por jovens incendiários. Filmes de realizadores como Rogério Sganzerla, Júlio Bressane, Neville D’Almeida, Ozualdo Candeias, entre vários nomes, ganharam as telas e assumiram um protagonismo no panorama cinematográfico brasileiro. Com essa geração transgressora, surge o chamado Cinema Marginal, nomenclatura ingrata, maldita, recusada pelos próprios diretores, que se consideravam marginalizados.


A sombra da margem reflete o momento sombrio: a violência da repressão da Ditadura Militar, iniciada após o Golpe de 1964, espalhava-se em diversas frentes. A censura oficial impedia a circulação de boa parte dos filmes do Cinema Marginal, cerceando a liberdade criativa dos cineastas. O sentimento de paranoia e de horror toma conta dos filmes, que se tornam mais agressivos, abjetos e desesperados. Rapidamente, no início dos anos 1970, a dimensão coletiva do Cinema Marginal é desmobilizada. Os filmes, no entanto, seguem repercutindo, influenciando novas obras. No curso estudaremos as conexões e as distâncias entre filmes de cineastas como Sganzerla, Bressane, Andrea Tonacci, Luiz Rosemberg Filho e Carlos Reichenbach; o diálogo estético turbulento com a geração do Cinema Novo; a maneira como a invenção cinematográfica confrontou uma realidade política repressiva; e a herança das obras marginais (para além do cinema) nas décadas seguintes.


Objetivos

O curso Cinema Marginal Brasileiro, ministrado por Leonardo Bomfim, propõe um mergulho num dos momentos mais inventivos da história do cinema brasileiro, contextualizando os filmes em relação à cinematografia nacional e às influências das rupturas modernas dos anos 1960.

Público alvo

Esta atividade se destina a qualquer interessado. Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional.



Conteúdos

 

Aula 1

O momento do cinema brasileiro nos anos 1960.

“O terceiro mundo vai explodir”, o Cinema Marginal da Boca do Lixo.

“Matou a família e foi...: Novos e Marginais: radicalização e ruptura

 

Aula 2

O cinema da Belair: agressividade, invenção e desespero.

Cinema Marginal fora do eixo: Minas, Bahia...

A herança: a sobrevida da estética marginal no cinema e além

 


Ministrante: Leonardo Bomfim

Jornalista e Doutor em Comunicação Social (PUCRS), Natural do Rio de Janeiro, Brasil. É Programador da Cinemateca Capitólio, espaço dedicado à preservação e difusão cinematográfica localizado em Porto Alegre. Foi programador do Cine P. F. Gastal, na mesma cidade, entre 2013 e 2017. Foi curador das mostras Cinema Marginal (2008), Cinema Novo: Brasil em Transe (2017) e Cinema de Invenção (2019). Realizou trabalhos de programação para festivais brasileiros como Olhar de Cinema, Gramado e Brasília. Publicou textos em revistas como Archive Prism (Coreia do Sul), Cahiers du Cinéma (França), La Vida Útil (Argentina) e Teorema (Brasil). Já ministrou os cursos Novos Cinemas dos Anos 60; Brian De Palma: O Poder da Imagem; Lumière, Méliès & Outros Pioneiros e A Gênese da Nova Hollywood pela Cine UM.



Curso
CINEMA MARGINAL BRASILEIRO
de Leonardo Bomfim


Datas
15 e 16 / Novembro
(sábado e domingo)

Horários
14h30 às 17h30

Duração
2 encontros presenciais
(carga horária: 6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)


Material
Certificado de participação


Investimento

Lote 1 (até 19/10)
R$ 60,00

Lote 2 (até 31/10)
R$ 65,00

Lote 3
R$ 70,00



Formas de pagamento
Cartão de crédito (em até 3x)
Boleto
Depósito / Pix



FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

 








Informações

cinema.cineum@gmail.com  /  Fone: (51) 99270-1352




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quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Expressionismo Alemão

 



O Expressionismo Alemão é um dos mais celebrados movimentos ocorridos nas primeiras décadas de desenvolvimento do Cinema. Amalgamando o experimentalismo técnico de uma arte nova com influências muito marcadas do Teatro e da Pintura, os filmes constelados dentro dessa abordagem compartilham temas e linguagens que refletem tanto o espírito de sua época, quanto de seu povo.


Apostando no fantástico, no grotesco, no distorcido, no ambíguo – do enredo à interpretação, passando pela maquiagem, cenografia, iluminação, montagem –, destaca-se nos filmes do Expressionismo Alemão uma ambientação lúgubre que ressalta uma apresentação de personagens dramáticas, carregadas de emoções amplificadas e sombrias, num diálogo com as questões políticas e sociais que impactaram a vida e o imaginário da nação alemã no começo do século XX.


Delimita-se o Expressionismo Alemão entre 1920, com O Gabinete do Dr. Galigari, e 1931, com M, O Vampiro de Düsseldorf, já um filme falado. A ascensão do nazismo em 1933, levou à construção de uma nova política cinematográfica e enquanto alguns realizadores se adequaram, outros se exilaram, fugindo da perseguição. No entanto, produções precoces, como o Estudante de Praga (1913) e uma influência tardia no cinema de guerra nazista, evidenciam a representatividade dessa estética, dentro de um polo produtivo como foi a Universum Film Aktien Gesellschaft, mais conhecida como UFA, responsável desde 1917 até 1945 por mais de 1000 longas-metragens.


Objetivos

O Curso Expressionismo Alemão: A Arte da Luz e a Política das Sombras, ministrado por Daniel de Bem oferece um panorama do movimento, explorando sua história, influências, fases e o contexto político-econômico que o moldou. A partir da análise de filmes paradigmáticos, os participantes serão conduzidos à identificação dos padrões estéticos e à interpretação dos elementos simbólicos recorrentes que definiram o estilo.


Conteúdos


Aula 1

História relâmpago do Expressionismo Alemão e da UFA;

Luz e sombras: a linguagem do Expressionismo.

Tópicos sobre os antecessores e a primeira fase (1913, 1920-1925): analisando O Estudante de Praga, O Gabinete do Dr. Caligari, A Morte Cansada, Nosferatu e Fausto.

 


Aula 2

Tópicos sobre a segunda fase (1926-31) e ecos posteriores: analisando Metrópolis, O Anjo Azul e M, O Vampiro de Düsseldorf

Tempos sombrios e o legado exterior. O fim de uma análise.


Ministrante: Daniel de Bem

Professor da UFFS (Campus Erechim), Doutor em Antropologia Social pela UFRGS, com foco em Antropologia da Religião. Pesquisa a difusão internacional de religiões de matriz africana e ayahuasqueiras. Paralelamente, dedica-se a pesquisar as interpenetrações entre cultura, política e comunicação no Cinema. Sobre o tema já publicou em coautoria com Marcelo Tadvald “O Cinema Expressionista Alemão (1895-1945)”, pela CirKula e o artigo “A Crise da Sociedade Individualista e seu duplo em o Clube da Luta”.


Livro do professor ministrante do curso

"O CINEMA EXPRESSIONISTA ALEMÃO - 1895 - 1945"


Autores:
Marcelo Tadvald e Daniel de Bem

Páginas: 128
Formato: 23cm x 15,5cm
(papel couchê)



Curso
EXPRESSIONISMO ALEMÃO: A ARTE DA LUZ E A POLÍTICA DAS SOMBRAS
de Daniel de Bem


Datas
11 e 12 / Outubro
(sábado e domingo)

Horários
14h30 às 17h30

Duração
2 encontros presenciais
(carga horária: 6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)


Material
Certificado de participação


Investimento

Lote 1
a) Inscrição + Livro: R$ 95,00
b) Inscrição: R$ 60,00


Lote 2
a) Inscrição + Livro: R$ 100,00
b) Inscrição: R$ 65,00



Formas de pagamento
Cartão de crédito (em até 3x)
Boleto
Depósito / Pix






Informações

cinema.cineum@gmail.com  /  Fone: (51) 99270-1352




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