quinta-feira, 16 de junho de 2016

Filme-Ensaio







Apresentação

Pensar o que é Filme-Ensaio acaba sendo um convite para compreender a própria construção da linguagem cinematográfica. A partir de realizadores como Chris Marker, Agnès Varda, Harun Farocki, Jean Luc-Godard, existe na essência do filme-ensaio o desejo de potencializar o cinema como um meio reflexivo, um caminho de conexões intertextuais e de experimentações narrativas.


Conhecer as indagações que a prática ensaística propõe dentro do meio audiovisual, acaba sendo um processo para entender o sentido da imagem, as construções retóricas que se estabelecem através da montagem e sobretudo, uma possibilidade para criar experiências e associações dentro do âmbito audiovisual.

É partindo destes apontamentos, que o curso Filme-Ensaio pretende fazer um panorama histórico e introdutório sobre alguns pontos chaves que conceituam esta prática cinematográfica, bem como refletir sobre a própria definição do que se entende como ensaio. O curso também buscará analisar realizadores e filmes que de alguma forma se tornaram fundamentais para a construção do que hoje conhecemos como filme-ensaio.


Objetivos

O curso Filme-Ensaio: A Experiência do Cinema, ministrado por Rafael Valles, vai promover em dois encontros um apresentação e análise deste gênero/formato de cinematografia. Serão apresentadas as principais escolas e estilos, bem como os mais representativos realizadores. As aulas serão ricamente ilustradas com a projeção de fragmentos de filmes referenciais para o entendimento do que é um Filme-Ensaio.


Público alvo
Esta atividade se destina a qualquer interessado.
Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional.


Programação

AULA 1
As experiências propostas pelo ensaio
  • Michel de Montaigne, Theodor Adorno e Georg Lukács: o que se entende como “ensaio”?
  • Hans Richter, André Bazin: qual a relação que se estabelece entre a prática ensaística e o cinema?
  • Chris Marker e Alain Resnais: precursores do filme-ensaio.


AULA 2
Análise sobre as experiências propostas pelo Filme-Ensaio
  • Jean Luc Godard – Pensar a imagem, construir ensaios.
  • Harun Farocki – Desconfiar das imagens.
  • Agnès Varda, Jonas Mekas, Alan Berliner – A escrita de si/a construção de um “outro”.
  • Alexander Kluge – A busca por um cinema impuro.


Ministrante: Rafael Valles
Documentarista, pesquisador, curador e docente. Mestre em Cinema Documentário pela Fundación Universidad del Cine (FUC/Argentina). Atualmente é doutorando em Comunicação Social pela PUCRS, Coordenador do Grupo de Estudos Cinesofia (PPGCOM-PUCRS) e curador do site Curtadoc (www.curtadoc.tv). Publicou artigos em revistas direcionadas ao âmbito audiovisual como Doc On-Line, Revista Cine Documental. Autor do livro “Fotogramas de la memoria – Encuentros con José Martínez Suárez” (2014). Já ministrou os cursos “O Que É Documentário?” (2013-2015) e “Laboratório de Produção – Documentário de Criação” (2013), pela Cine UM.



Curso
FILME-ENSAIO: A EXPERIÊNCIA DO CINEMA
de Rafael Valles

Datas
09 e 10 / Julho (sábados e domingos)

Horário
15h às 18h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 80,00
(Valor promocional de R$ 70,00 para as primeiras 10 inscrições por depósito bancário)
*** VALOR PROMOCIONAL ESGOTADO ***

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714

Realização

Patrocínio
Nerdz

Apoio
Cinemateca Capitólio



INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO

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2) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.
3) Pagamento por Cartão de Crédito: após enviar o formulário, clique no botão do PagSeguro.
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sexta-feira, 3 de junho de 2016

Cinema Coreano








Apresentação

O cinema sul-coreano é muito dinâmico. É um dos poucos cinemas nacionais a competir em seu próprio território com o cinema norte-americano. Várias escolas coexistem no cinema produzido na Coréia do Sul. No entanto, ao lado da tradição dos filmes clássicos, que são baseados nas tradições e  na cultura coreana, surgiu, nas últimas décadas, uma nova onda de jovens diretores que é mais identificada com o mundo moderno. A chamada nouvelle vague coreana chegava para renovar e potencializar uma das cinematografias mais estimulantes do cinema mundial.



Se a maioria da produção cinematográfica da península historicamente era destinada a um público de adolescentes, temos hoje uma variedade de filmes com temáticas alternativas, abordagens ousadas e estética refinada, destinados a captar o interesse de um público diversificado. Por isso, é compreensível que os filmes sul-coreanos tenham uma parte de importância crescente nas seleções de vários festivais internacionais.



Os coreanos conseguiram romper as barreiras geográficas. Além de conquistar o público interno (mais da metade dos filmes assistidos na Coréia do Sul são nacionais), passaram a dialogar com a audiência global. Sem mencionar a presença constante e significativa nos principais festivais internacionais de cinema. Cineastas celebrados como Park Chang-Wook; Lee Chang-Dong; Kim Ki-Duk; Kwong Tag-In e Hong Sang-Soo passaram a ser premiados e reconhecidos a partir de certames de prestígio como Veneza; Cannes; Berlim e Nova Iorque.




Objetivos

O curso Nouvelle Vague do Cinema Coreano, ministrado por Josmar Reyes, pretende abordar o cinema contemporâneo coreano, dando ênfase aos principais cineastas e suas filmografias. Vai percorrer a história de formação e consolidação do cinema produzido na Coréia do Sul, até o surgimento da nova geração de realizadores contemporâneos, expoentes do novo cinema coreano. O contexto histórico, político e social serão analisados para explicar esta cinematografia vigorosa que conquista atenção e interesse dentro e fora de suas fronteiras nacionais.



Temas

Breve história do cinema sul coreano.
Dos cine-dramas aos filmes de propaganda política.
A idade do ouro e a ditadura militar.
O cinema pós-ditadura.
Produção local x Produção estrangeira.
A nova geração chega ao poder.
Blockbusters coreanos.
Conquista do mercado internacional.
Principais realizadores e filmes.
Análise da filmografia dos cineastas Kim Ki-Duk e Hong Sang-Soo.


Ministrante: Josmar Reyes

Doutor em Ciências da Comunicação, Artes do Espetáculo e Novas Tecnologias pela Sorbonne Nouvelle. Professor do curso de Realização Audiovisual da Unisinos e do curso de Comunicação Social da Unisc. Já ministrou os curso "Todas as Cores de Pedro Almodóvar" e "Desconstruindo Woody Allen" pela Cine UM.


Curso
NOUVELLE VAGUE DO CINEMA COREANO
de Josmar Reyes

DATAS
25 e 26 / Junho (sábado e domingo)

HORÁRIO
15h às 18h

DURAÇÃO
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

LOCAL
Santander Cultural
(Rua Sete de Setembro, 1028 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

INVESTIMENTO
R$ 80,00
(Valor promocional de R$ 70,00 para as primeiras 10 inscrições por depósito bancário)
*** VALOR PROMOCIONAL ESGOTADO ***

FORMAS DE PAGAMENTO
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

MATERIAL
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

INFORMAÇÕES
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714

REALIZAÇÃO

PATROCÍNIO
Nerdz

PARCERIA



INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO

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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Stanley Kubrick em Passo Fundo





CURSO EM PASSO FUNDO (RS)


Apresentação

"Um filme é - ou deveria ser - mais como música do que ficção.
Deve ser uma progressão de atmosferas e sentimentos. O tema, o que está por trás da emoção, o significado, tudo isso vem depois."
Stanley Kubrick


É impossível passar despercebida a importância de Stanley Kubrick na história do cinema mundial. Dirigiu 16 filmes (curtas e longas-metragens), entre adaptações e ideias originais, trabalhou com grandes atores e desafiou convenções da linguagem cinematográfica. Dezesseis anos após sua morte, o conjunto da sua obra ainda fascina e inspira.


Ainda na adolescência, visando a carreira como fotógrafo, Stanley Kubrick conseguiu emprego na conceituada revista Look, mas logo descobriu que o seu futuro estava ligado a outro tipo de câmera. Realizou o primeiro curta-metragem aos 22 anos. Repetiu a experiência com outros dois curtas antes de estrear seu primeiro longa, Medo e Desejo, em 1953. Já demonstrando seu temperamento perfeccionista, o próprio Kubrick considerou o trabalho amador e, mesmo com algumas boas críticas, logo tratou de retirá-lo de circulação. Até hoje, o filme permanece fora de catálogo, tendo sido exibido poucas vezes em festivais ou distribuído ilegalmente.


A partir deste trabalho inicia a trajetória de um dos realizadores mais influentes e respeitados do cinema mundial. Admirado por seus colegas cineastas e cultuado por seus fãs, Stanley Kubrick nunca foi exatamente um campeão de bilheteria, mas seus filmes permanecem sendo admirados e estudados, fonte de referência e exemplo supremo das potencialidades estéticas da sétima arte.

Entre o cinema comercial de Hollywood e a singularidade autoral, o trabalho de Kubrick é inclassificável. O diretor americano, que nos últimos anos de vida e carreira estava radicado na Inglaterra, transitou serenamente por diversos gêneros de filmes sem nunca se repetir. Sua versatilidade é mais uma de suas inúmeras qualidades. O estudo de seus filmes, vários deles verdadeiras obras-primas, nos aproxima de sua forma peculiar e criativa de fazer cinema, onde é possível interpretar toda sua genialidade.


Objetivos

O curso Stanley Kubrick: A Odisseia de um Gênio, ministrado por Cassio Tolpolar, tem como objetivos apresentar a história e carreira de Stanley Kubrick através do estudo e revisão de seus filmes principais e suas características. E por fim, analisar o uso da linguagem cinematográfica por Kubrick e os diferenciais que este apresentou no conjunto de sua obra.


Conteúdos das aulas

Aula 1
- Quem foi Stanley Kubrick? Vida e obra.
- Filmes e legado artístico.


Aula 2
- Análise detalhada dos principais filmes e elementos da linguagem usados por Kubrick.
- O ritmo das cenas.
- Perspectiva e composição visual.
- Utilização da música.
- 20 razões para considerar Stanley Kubrick um gênio.


Ministrante: Cassio Tolpolar
Diretor e roteirista com o curta "Vênus", exibido em diversos países e ganhador de prêmios como Melhor Diretor e Melhor Fotografia nos Festivais de Gramado e Brasília respectivamente. Cursou mestrado em Cinema pelo San Francisco Art Institute. Nos Estados Unidos, trabalhou com instituições como Sundance e Los Angeles Latino International Film Festival. Também dirigiu vários curtas-metragens experimentais, programas para a TV e documentários. Após 11 anos, Cassio retornou a Porto Alegre com o documentário "Mamaliga Blues". Ministra aulas sobre linguagem cinematográfica e é consultor de roteiros para o programa "Garagem Criativa" da PUCRS.



Curso
STANLEY KUBRICK: A ODISSEIA DE UM GÊNIO
de Cassio Tolpolar

DATA
18 / Junho (sábado)

HORÁRIO
Aula 1: 14h às 16h30
Aula 2: 17h às 19h30

LOCAL
Teatro do SESC
(Av. Brasil, 30 - Centro - Passo Fundo - RS)

INVESTIMENTO
R$ 60,00
(Valor promocional de R$ 50,00 para as primeiras 15 inscrições por depósito bancário)

FORMAS DE PAGAMENTO
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

MATERIAL
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

INFORMAÇÕES
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714

REALIZAÇÃO
Cine UM Produtora Cultural
Ponto de Cinema
UPF

APOIO
SESC Passo Fundo


INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO

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2) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.
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terça-feira, 17 de maio de 2016

Neorrealismo Italiano







Apresentação

Fim da Segunda Guerra Mundial, 1945. Numa Itália ainda sob escombros materiais, políticos e emocionais, cineastas como Roberto Rossellini, Luchino Visconti e Vittorio de Sica saem às ruas para, longe dos estúdios, fazer a “crônica do dia”: crônica da fome, do desemprego, da orfandade, das desigualdades sociais, regionais e de gênero que assolavam o país. E para entrar para a história do cinema.


O Neorrealismo Italiano, como ficou conhecido o movimento, viria a ser o ponto de origem, a referência sempre posta para todos os cineastas que a partir daí se interessariam por acessar a realidade de modo mais direto, reapresentando-a ao espectador ora em sua versão mais crua e objetiva, ora em outros registros e variações possíveis, como os dos cinemas intimista e realista subjetivo, político, alegórico etc. Antonioni, Fellini, Godard, Truffaut, Rohmer, nos anos 1950 e 1960, já acusam abertamente essa inspiração, algo que se repetiria em Glauber, Pasolini, Bertolucci, Wenders, Fassbinder, Herzog e tantos outros expoentes do cinema moderno. Seria o caso igualmente do cinema indie estadunidense de Cassavetes, já nos 1960, e de seus herdeiros contemporâneos como Spike Lee, Gus Van Sant ou Sofia Coppola. Ou ainda dos chineses, taiwaneses e iranianos dos Novos Cinemas asiáticos dos anos 1980 e 1990, de que são exemplo Zhang Yimou, Hou Hsiao-Hsien, Tsai Ming Liang e Kiarostami. E de uma enorme diversidade de cineastas atuais, por todos os continentes.



Enfim, Rossellini & Cia. criaram com sua estética realista uma alternativa clara e incrivelmente eficaz ao naturalismo (aparência, ilusão de realidade) imperante em Hollywood, e, de quebra, opções também às duas grandes escolas anteriores do chamado cinema de arte: o Expressionismo Alemão e a Montagem Soviética. Seu conceito de cinema baseado no uso de locações naturais e luz ambiente, planos longos e abertos, mescla de atores profissionais e não-profissionais, aliados à abertura ao improviso, tudo de modo a gerar uma imagem de caráter mais “documental”, serviu como matriz para o desenvolvimento das inúmeras vertentes de realismos cinematográficos vistos desde então.



Objetivos

O curso Neorrealismo Italiano: O Movimento e Seu Legado, ministrado por Fernando Mascarello, vai apresentar os principais filmes e diretores, enfatizando as suas importantes inovações históricas de estilo e temática e situando-as no contexto da Europa pós-Segunda Guerra Mundial. A proposta é compreender o movimento como uma sistematização do realismo cinematográfico e ponto de origem da vertente realista em cinema, até hoje um dos pilares centrais do chamado “cinema de arte”. O curso também vai examinar as principais subvertentes dessa tradição realista, desde o realismo subjetivo de Antonioni e Fellini, nos anos 1950, passando pela Nouvelle Vague francesa e chegando, no contemporâneo, a fenômenos como os Novos Cinemas asiáticos (Taiwan, China, Irã), o cinema indie americano, o Novo Cinema Argentino e cineastas brasileiros atuais.


Conteúdos

O Neorrealismo Italiano

1. Principais filmes e diretores.
2. A tríade Rossellini, Visconti e De Sica.
3. A estética neorrealista.
4. O contexto histórico pós-Segunda Guerra Mundial.

Compreendendo o realismo cinematográfico

1. Por que realismo?
2. O Neorrealismo como alternativa a Hollywood, ao Expressionismo Alemão e à Montagem Soviética.
3. Realismo do cinema de arte x naturalismo hollywoodiano: por que essa diferença é tão crucial?

A vertente realista em cinema

1. O realismo subjetivo italiano dos anos 1950.
2. A influência realista sobre a Nouvelle Vague e os Novos Cinemas dos anos 1960.
3. Anos 1980 e 1990: China, Taiwan, Irã.
4. Realismo made in USA: o cinema indie estadunidense.
5. Realismos contemporâneos argentinos e brasileiros.


Ministrante: Fernando Mascarello
Professor e pesquisador com atuação nas áreas de Teoria do Cinema, História do Cinema, Análise Fílmica, Crítica Cinematográfica, Estudos Culturais e Gênero e Sexualidade. Seu livro "História do Cinema Mundial é adotado na maior parte dos cursos de graduação em Cinema e Audiovisual do país. Como crítico de cinema, também foi responsável pela criação da revista Teorema - Crítica de Cinema, de Porto Alegre. Coordena o curso de Especialização em Cinema da UNISINOS. Atua, desde 2003, como professor das disciplinas de História do Cinema Internacional e Teoria do Cinema do curso de Realização Audiovisual. É doutor em Cinema pela Universidade de São Paulo (2004). Já ministrou os cursos 'Filme Noir: Cinefilia & Sexualidade" e "Cinema de Autor" pela Cine UM.




Curso
NEORREALISMO ITALIANO:
O MOVIMENTO E SEU LEGADO
de Fernando Mascarello

DATAS
04 e 05 / Junho (sábado e domingo)

HORÁRIO
9h30 às 12h30

DURAÇÃO
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

LOCAL
Centro Cultural CEEE Erico Verissimo
(Rua dos Andradas, 1223 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

INVESTIMENTO
R$ 80,00
(Valor promocional de R$ 70,00 para as primeiras 10 inscrições por depósito bancário)
*** VALOR PROMOCIONAL ESGOTADO ***

FORMAS DE PAGAMENTO
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

MATERIAL
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

INFORMAÇÕES
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714

REALIZAÇÃO

PATROCÍNIO

PARCERIA



INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO

1) Preencha e envie o formulário abaixo.
2) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.

3) Pagamento por Cartão de Crédito: após enviar o formulário, retorne ao blog e clique no botão do PagSeguro.
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