sábado, 12 de novembro de 2016

Filme Comédia










Apresentação

Conceitualmente o filme cômico se caracteriza pela inclusão de gags, piadas, cenas e sequências de humor (visuais ou verbais) em meio à narrativa, com o objetivo explícito de provocar o riso da plateia (gozo sensorial). A comédia está presente no cinema desde os primórdios de sua existência. Na verdade, não havia como ser de outra forma, se levarmos em conta que os primeiros filmes eram exibidos como atrações de feiras e parques de diversões. Existiam essencialmente como produto de entretenimento. Em termos históricos, a considerada primeira comédia do cinema está completando 120 anos. Foi O Regador Regado, realizado pelos irmãos Lumière em 1896.


A comédia, como gênero cinematográfico, estabeleceu-se ainda no período do cinema mudo. A impossibilidade de utilizar sons para transmitir a comicidade foi fundamental para o desenvolvimento do humor visual. A graça estava toda nas situações e ações externas dos personagens. Aquele foi um período do chamado “humor pastelão” que explorou muitas tortas na cara, muitas perseguições, correrias e a velocidade de um mundo que estava em constante evolução industrial.


Sabidamente o homem é o único animal que ri e rindo, reflete sobre a sua própria imagem. A comédia, portanto, representa o homem e suas imperfeições. Nos anos 1920 a comédia de costumes fez escola no cinema norte americano e depois se espalhou mesclando com outros gêneros. A comédia musical, a comédia de erros e a comédia erótica são subgêneros que perpassaram a história do cinema.


No Brasil temos o início do Teatro de Revista, na década de 1930 e a tradição dos espetáculos de atrações. O ciclo da Chanchada no cinema brasileiro, a comédia popular e o filme musical. A comédia popular cinematográfica dos anos 1970, a Pornochanchada, chegou também a influenciar os programas de televisão. As comédias de costumes são influenciaram fortemente os filmes europeus e latinos americanos. Por fim, chegamos ao atual momento das comédias populares contemporâneas no cinema brasileiro.


Objetivos

O curso Filme Comédia: O cinema que faz rir, ministrado por Flávia Seligman, vai desenvolver uma análise da evolução do gênero da Comédia no cinema mundial e também brasileiro. Serão revisitados os grandes filmes, os realizadores e atores de destaque deste gênero que surgiu já no nascimento do cinema há 120 anos. Trechos de obras clássicas e representativas serão exibidos e comentados durante o curso.


Conteúdos programáticos

Aula 1
- A história do riso e suas particularidades. O riso no teatro, na literatura e no princípio do cinema.
- Os filmes mudos, as pequenas comédias de costumes. A comédia norte-americana dos anos 1920.
- O Slapstick, gênero de comédia cinematográfica onde predominam as cenas de ação física.
- A evolução do gênero dentro da indústria norte americana de cinema: a comédia popular, a comédia musical, a comédia independente.
- O Sitcom e as séries de televisão com personagens comuns e humor cotidiano.


Aula 2
- A comédia pelo mundo. A tradição da comédia francesa e a sua representação no cinema. A comédia de costumes no cinema latino americano.
- A comédia no Brasil, o folhetim, o teatro de revista e a comédia no cinema.
- A Chanchada e o filme carnavalesco dos anos 1940 e 1950.
- A Pornochanchada dos anos 1970 e a comédia erótica.
- A “Globochanchada” e a comédia de costumes contemporânea, no cinema e na televisão.


Ministrante: Profª Dra. Flávia Seligman

Bacharel em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Famecos / PUC RS (1986). Mestre (1990) e Doutora (2000) em Cinema pela ECA/USP. Professora do Curso de Realização Audiovisual e do Curso de Jornalismo da Unisinos - RS, nas áreas de Estética, Cinema Brasileiro, Televisão e Produção. Professora de Cinema e de Semiótica, dos Cursos de Design e Jornalismo da ESPM - SUL em Porto Alegre.
Diretora, produtora e roteirista, realizou os filmes de curta-metragem Prazer em Conhecê-la (1987); Mazel Tov (1990); O Caso do Linguiceiro (1995); Um Dia no Mercado (1998) e A Noite do Senhor Lanari (2003); e os documentários de média-metragem O Povo do Livro (2001); Ilhas Urbanas (2005) e Certos Olhares (2008).
Desenvolveu a pesquisa "Globo Filmes para um Globo Público" junto ao Núcleo de Pesquisas e Publicações da ESPM–Sul. Dirigiu os curtas metragens O Último Chocolate (2013) e O Fusca e a Dona Hortência (2014), selecionados pelo projeto Histórias Curtas, da RBS TV, com exibições na TV aberta e na TV paga (Canal Brasil).
Já ministrou o curso “Cinema Brasileiro nos Anos de Chumbo”.



Curso
FILME COMÉDIA: O CINEMA QUE FAZ RIR
de Flávia Seligman


Datas
26 e 27 / Novembro (sábado e domingo)

Horário
9h30 às 12h30

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Centro Cultural CEEE Erico Verissimo
(Rua dos Andradas, 1223 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 90,00
(Valor promocional de R$ 80,00 para as primeiras 10 inscrições por depósito bancário)

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

Material
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 99320-2714

Realização

Patrocínio

Apoio
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domingo, 16 de outubro de 2016

Abbas Kiarostami









Apresentação

Abbas Kiarostami, nascido no Irã em 1940, faleceu em julho deste ano deixando o mundo do cinema consternado. É considerado um dos mais criativos cineastas modernos, cultivando a inquietação de nunca se repetir, seja na temática, seja na linguagem. Diretor e roteirista de títulos incontornáveis do chamado cinema de arte, como Onde Fica a Casa do Meu Amigo?; Gosto de Cereja; O Vento nos Levará e Cópia Fiel, nos deixa o seminal Close-up.



Lançado em 1990, Close-up desde então suscita questões envolvendo o embaralhamento entre ficção e não-ficção, demonstrando a relevância de Kiarostami para a discussão de um certo cinema contemporâneo interessado em imagens documentais. Sem renunciar à imaginação. Close-up está entre os 50 melhores filmes de todos os tempos de acordo com o British Film Institute.

Diferente do colega Jafar Panahi, Kiarostami não buscava o enfrentamento com o regime dos aiatolás. Procurava, incessantemente, confrontar a própria linguagem do cinema, fazendo da criatividade sua mola propulsora. Sua formação, suas influências, seu modo de interpretar "a verdade do cinema" perpassarão os temas do curso.



Objetivos

O curso Abbas Kiarostami: A invenção do real, ministrado por Ivonete Pinto, vai apresentar o cinema do realizador através de alguns dos seus filmes, contextualizando sua obra no universo iraniano (político, social e religioso) e no universo do cinema (análise de estilo, linguagem e narrativa).



Conteúdo programático


Aula 1

- O Irã
História / Religião / Cultura / A revolução islâmica

- O cinema iraniano
O período Reza Pahlevi / As influências de Kiarostami (The House is Black, A Vaca) / O Instituto Kanun / O movimento motafävet / A trilogia de Koker e o reconhecimento internacional

- Os primeiros filmes
- Exibição comentada de trechos dos filmes:
O Coro / The Report / O Viajante / Onde Fica a Casa do Meu Amigo? / Close-up / Lumière et Compagnie (episódio de filme coletivo) / Através das Oliveiras



Aula 2

- Pós Cannes
Como Kiarostami é visto no Irã e fora do Irã após o Leão de Ouro em Cannes por Gosto de Cereja (1997) / As quatro paredes dos carros / A parceria criativa com Jafar Panahi (O Balão Branco, Ouro Carmim), e a repercussão da prisão de Panahi / A experiência de filmar fora do Irã

- Exibição comentada de trechos dos filmes:
Gosto de Cereja / Dez / Five / Shirin / Cópia Fiel / Um Alguém Apaixonado



Ministrante: Ivonete Pinto
Jornalista e Doutora em Cinema pela USP, onde defendeu tese sobre Abbas Kiarostami. Professora no curso de Cinema da UFPel. Editora das revistas "Teorema" (impressa) e "Orson" (online). Sócia fundadora e ex-presidente da ACCIRS - Associação de Críticos de Cinema do RS (2008-2010). Sócia fundadora e ex-vice-presidente da Abraccine - Associação Brasileira de Críticos de Cinema (2011-2015). Participou do Júri da Crítica em Festivais como FestRio, Gramado, Teerã, Mas Del Plata, Cine Ceará, Havana, Cartagena e Mostra de São Paulo. Autora dos livros "A Mediocridade", "Descobrindo o Irã" e "Samovar nos Trópicos"; organizou, com Orlando Margarido, livro sobre o impacto do pensamento de Jean-Claude Bernardet no Cinema Brasileiro (a ser lançado).



Curso
ABBAS KIAROSTAMI: A INVENÇÃO DO REAL
de Ivonete Pinto


Datas
12 e 13 / Novembro (sábado e domingo)

Horário
15h às 18h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - Porto Alegre - RS)

Investimento
R$ 90,00
(Valor promocional de R$ 80,00 para as primeiras 10 inscrições por depósito bancário)
*** VALOR PROMOCIONAL ESGOTADO ***

Formas de pagamento
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro - parcelado)

Material
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

Informações
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714

Realização

Patrocínio

Apoio
Cinemateca Capitólio
E O Vídeo Levou



INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO

1) Preencha e envie o formulário abaixo.
2) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.
3) Pagamento por Cartão de Crédito: após enviar o formulário, clique no botão do PagSeguro.
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domingo, 9 de outubro de 2016

Quentin Tarantino - Santa Cruz do Sul











Apresentação

Poucos cineastas são tão amados e odiados quanto Quentin Tarantino. Poucos cineastas têm uma trajetória tão meteórica quanto Quentin Tarantino. Poucos cineastas foram tão influentes para o cinema moderno que geraram imitadores e deram origem a um termo ("tarantinesco").


Laureado pelo sucesso de crítica e público do seu filme de estreia, Cães de Aluguel (1992), o até então desconhecido Tarantino foi catapultado para o sucesso e não tardou a se transformar num dos grandes diretores das últimas décadas. Seu segundo filme, Pulp Fiction (1994), mal estreou e já era considerado uma obra-prima, e nove em cada dez filmes produzidos nos anos 1990 tentavam imitar o estilo descolado e "cool" do novo "muso" do cinema independente.

Com o passar dos anos e dos filmes, Tarantino ao mesmo tempo irritou, pela superexposição, e atraiu, com seus filmes repletos de personagens e diálogos memoráveis e, claro, cenas sangrentas. Mas ao mesmo tempo em que amadurecia seu próprio estilo, o super-cinéfilo Quentin também criou aquilo que podemos chamar de um "cinema hiperlink", em que nomes de personagens, diálogos e situações remetem à própria filmografia do cineasta e a incontáveis outros filmes - alguns bem conhecidos, outros nem tanto (mas que fatalmente retornam à superfície quando são "homenageados" por Tarantino).


Objetivos
  
O objetivo do curso O Cinema Hiperlink de Quentin Tarantino, ministrado por Felipe M. Guerra, é propor uma análise profunda de todos os filmes escritos e dirigidos por Quentin Tarantino desde a sua malsucedida tentativa de fazer cinema pela primeira vez, com o inédito e nunca finalizado My Best Friend's Birthday (1987), até seu trabalho mais recente, Os Oito Odiados, lançado no início de 2016.


Cada título será abordado detalhadamente, com a exibição de cenas das obras de Tarantino e dos filmes que o inspiraram – pois uma coisa leva à outra, como se realmente existissem hiperlinks em que o espectador vai clicando para ser direcionado a outras "páginas". Também serão discutidas as conexões que os filmes do diretor têm entre si, como o retorno de personagens de um filme em outro, criando elos que revelam que as tramas se passam todas num mesmo "universo tarantinesco". Por fim, veremos também o ator Tarantino em ação nos filmes dos outros, numa faceta menos conhecida e celebrada do ídolo pop.


Temas

Aula 1
* O início de tudo (ou Breve história de Quentin Tarantino)
O sucesso repentino de Tarantino com o lançamento de Cães de Aluguel em 1992 deu origem à lenda urbana de que o jovem diretor teria saído nada (ou detrás do balcão de uma videolocadora) e estreado como diretor de cinema com elogios unânimes da crítica e do público.

* Os longas "oficiais" da primeira etapa da filmografia de Tarantino.
Uma jornada de Cães de Aluguel a Jackie Brown.

* Os roteiros filmados por outros realizadores.


Aula 2
* O fim de um ciclo (ou "Vou dar uma de Terrence Malick")
Os seis anos sem Tarantino entre Jackie Brown e Kill Bill, seu impacto no cinema da época, os principais imitadores (Joe Carnahan; Guy Ritchie; Gary Fedler; Danny Boyle e Larry Bishop) e as parcerias feitas e desfeitas entre o começo e a virada da década (Robert Rodriguez; Roger Avary; Allison Anders; Alexandre Rockwell e Scott Spiegel).

* A celebração e os sucessos de sua filmografia.
A segunda etapa da sua filmografia (a "retomada"), de Kill Bill a Os Oito Odiados.

* As experiências de Quentin Tarantino como ator.


Ministrante: FELIPE M. GUERRA

Jornalista e cineasta independente, apaixonado por Filmes B e obscuros do estilo que Quentin Tarantino adora homenagear em seus filmes. Escreveu textos e matérias para o site Boca do Inferno e criou um blog próprio (Filmes para Doidos) para escrever resenhas sobre o lado B do cinema mundial. Como cineasta independente, manifesta sua admiração pelo estilo tarantinesco. Dirigiu uma comédia confessadamente inspirada no trabalho do diretor (Patricia Gennice, 1998). Recentemente finalizou o curta-metragem O Estripador da Rua Augusta, estrelado por Monica Mattos. Já ministrou o curso "Slasher Movies: Virgens, Mascarados e Litros de Sangue" pela Cine UM.


Curso
O Cinema Hiperlink de Quentin Tarantino
* Edição Santa Cruz do Sul *
de Felipe M. Guerra

DATA
29 / Outubro (sábado)

HORÁRIO
Aula 1: 09h30 às 12h30
Aula 2: 14h às 17h


DURAÇÃO
2 encontros (6 horas / aula)

LOCAL
Auditório do Sindibancários
(Rua Sete de Setembro, 489 - Santa Cruz do Sul - RS)

INVESTIMENTO
R$ 60,00
(Valor promocional de R$ 50,00 para as primeiras 10 inscrições por depósito bancário)

FORMAS DE PAGAMENTO
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

MATERIAL
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

INFORMAÇÕES
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714

REALIZAÇÃO
Cine UM Produtora Cultural

APOIO
Sindicato dos Bancários / Santa Cruz do Sul

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sábado, 1 de outubro de 2016

Análise e Interpretação de Filmes - Edição Caxias do Sul








Edição Caxias do Sul (RS)



Apresentação

A primeira análise fílmica foi feita por Sergei Eisenstein em 1934. O mestre do cinema soviético se debruçou sobre 14 planos de O Encouraçado Potemkin (1925) para defender os princípios da montagem no ambiente hostil do realismo soviético, então em voga. Somente a partir do final dos anos 60, no âmbito acadêmico onde são criados os primeiros cursos de cinema, a análise fílmica começa a ganhar espaço como disciplina. Hoje, consolidada, é utilizada em suas múltiplas formas, permitindo leituras detalhadas e profundas de filmes nas diversas áreas do conhecimento.


Diferente da crítica cinematográfica, baseada em juízos de valor, a análise fílmica visa o conhecimento do filme como objeto cultural e discursivo. Não se trata de dizer, tão somente, se um filme é bom ou ruim. Importa, para a análise, compreender os significados do filme enquanto texto, assim como, investigar o contexto que lhe deu origem.


O objetivo da análise fílmica é produzir um conhecimento que vá além do nível da compreensão, disponível a qualquer espectador cinematográfico familiarizado com a linguagem audiovisual. Afinal, é da compreensão de suas intenções que depende o sucesso de um filme, seja de entretenimento ou de questionamento.


A análise fílmica vai além, atua no nível da interpretação, busca estabelecer o tema em torno do qual se organizam a história e a narrativa. Pode ser uma ferramenta para uso didático, ou um simples e prazeroso exercício de especulação, ampliando ainda mais o prazer da assistência de um filme.



Objetivos

O curso Análise e Interpretação de Filmes, ministrado por Fatimarlei Lunardelli, tem por objetivo apresentar as noções básicas da análise fílmica. Aborda a linguagem cinematográfica e apresenta métodos de leitura de filmes. Através de exercícios com cenas e sequências cinematográficas, são apresentadas as categorias do significado fílmico. Permite a distinção entre os significados referenciais e explícitos, capturados no nível da compreensão, daqueles que são implícitos e sintomáticos, decorrentes da atitude de interpretação.

Público alvo
Esta a atividade se destina a qualquer interessado.
Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional.



Conteúdo Programático

Aula 1
O que é análise fílmica
Instrumentos da análise fílmica
Linguagem e representação
Linguagem audiovisual

Aula 2
Elementos para leitura da linguagem audiovisual
Significados referenciais e explícitos
Significados implícitos e sintomáticos


Ministrante: Fatimarlei Lunardelli

Jornalista com mestrado e doutorado em cinema pela USP. Autora dos livros Ô Psit: O Cinema Popular dos Trapalhões (1996); Quando Éramos Jovens: A História do Clube de Cinema de Porto Alegre (2000) e A Crítica de Cinema em Porto Alegre na Década de 1960 (2008). Foi professora de Teoria, Crítica e Análise fílmica na Unisinos. É jornalista na UFRGS e vinculada à ABRACCINE e ACCIRS, entidades representativas da crítica cinematográfica brasileira e do Rio Grande do Sul. Já ministrou o curso "Federico Fellini: O Maestro", pela Cine UM em 2014.



Curso
ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DE FILMES
de Fatimarlei Lunardelli

DATA
05 / Novembro (sábado)

HORÁRIO
Aula 1: 09h30 às 12h30
Aula 2: 14h às 17h

LOCAL
Sala de Cinema Ulysses Geremia
(Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho - Rua Luiz Antunes, 312 - Caxias do Sul - RS)

INVESTIMENTO
R$ 60,00
(Valor promocional de R$ 50,00 para as primeiras 10 inscrições por depósito bancário)
*** VALOR PROMOCIONAL ESGOTADO ***

FORMAS DE PAGAMENTO
Depósito bancário / Cartão de Crédito (PagSeguro)

MATERIAL
Certificado de participação e Apostila (arquivo em PDF)

INFORMAÇÕES
cineum@cineum.com.br / Fone: (51) 9320-2714

REALIZAÇÃO
Cine UM Produtora Cultural
Unidade de Cinema e Vídeo
Secretaria Municipal da Cultura de Caxias do Sul



INSTRUÇÕES PARA EFETUAR A INSCRIÇÃO

1) Preencha e envie o formulário abaixo.
2) Pagamento por Depósito Bancário: após enviar o formulário você receberá as orientações.
3) Pagamento por Cartão de Crédito: após enviar o formulário, clique no botão do PagSeguro.
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