quinta-feira, 30 de julho de 2020

Pequenos Filmes Grandes Diretores - #5 CHRISTOPHER NOLAN





PEQUENOS FILMES GRANDES DIRETORES
Os primeiros curtas de consagrados realizadores.

#5 – CHRISTOPHER NOLAN
Filme: “DOODLEBUG" (3 min, 1997)

Sinopse
Homem, que vive só em um apartamento imundo, está ansioso e paranóico, tentando matar uma pequena criatura parecida com um inseto que está correndo pelo chão. Surpreso ele percebe que, o que ele achava que era um inseto, na verdade é uma versão miniatura de si mesmo e todos os movimentos que faz são correspondidos depois por ele próprio. Quando esmaga o “inseto” com um sapato descobre horrorizado que também decretou o seu próprio extermínio.


Notas

O filme foi escrito, dirigido, filmado e editado por Christopher Nolan. Ele havia escrito o roteiro enquanto estudava literatura inglesa na University College London. O curta de três minutos foi filmado com um orçamento insignificante em 1997, usando filme em preto e branco de 16 mm.


O curta foi descrito como um thriller psicológico kafkiano.


Nolan, que filmou a produção em um fim de semana, co-produziu Doodlebug com sua futura esposa e colaboradora Emma Thomas. Seu amigo de universidade, Jeremy Theobald, foi escalado para interpretar o homem paranoico.


O curta explora a ideia de múltiplas dimensões em sua trama. Em uma entrevista Christopher Nolan afirmou que "os filmes são adequados exclusivamente para abordar paradoxos, recursividade e mundos dentro de mundos" e citou como referências os trabalhos do artista gráfico holandês MC Escher e o escritor argentino Jorge Luis Borges como influências em sua obra.


O filme recebeu críticas geralmente positivas. Simon Reynolds, da “Digital Spy”, listou-o entre nove curtas-metragens" incríveis "de diretores renomados. H. Perry Horton, da “Film School Rejects”, afirmou que Nolan "tem sido um dos cineastas mais intrigantes e inteligentes desde a primeira cena de “Doodlebug". O “Daily Telegraph” opinou que o filme "exibia o talento de Christopher Nolan para a construção de narrativas perturbadoras desde cedo".


Doodlebug foi precedido por dois outros curtas, Tarantella, de 1989, e Larceny, de 1995, nunca lançados. O projeto seguinte de Nolan foi o longa-metragem de estreia Following, estrelado por Jeremy Theobald, que também teve uma participação em Amnésia (Memento, 2000) e Batman Begins (2005).



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terça-feira, 21 de julho de 2020

Pequenos Filmes Grandes Diretores - #4 KEN RUSSELL






PEQUENOS FILMES GRANDES DIRETORES
Os primeiros curtas de consagrados realizadores.

#4 – KEN RUSSELL
Filme: “PEEPSHOW” (21 min, 1956)

Sinopse
Um grupo de mendigos simula dificuldades (usam óculos escuros para parecerem cegos, usam muletas para aparentar serem deficientes) para explorar a bondade das pessoas. Um “patrão” explorador, que exige metade das esmolas recebidas pela trupe, percebe que três mendigos não estão trazendo nenhuma “receita” da região onde atuam. Decide saber a razão e descobre que no local todos estão encantados com um show de variedades com apresenta uma número artístico com um artista que toca uma flauta mágica e “dá vida” a uma boneca.

Após o espetáculo, eles decidem sequestrar o artista principal do espetáculo, que está atrapalhando seus negócios. Um dos mendigos da trupe, porém, não concorda com o assassinato do velho. Com a ajuda da boneca eles conseguem passar a flauta mágica para o artista, que hipnotiza os sequestradores e escapa da morte.

Notas

  • O curta traz influências de “Gabinete do Dr. Caligari” e também se assemelha a alguns filmes amadores que Roman Polanski fazia naquela época. Há também algumas sequências (as cenas da multidão ao redor do buraco na cerca) que remetem aos primeiros filmes de Alfred Hitchcock.


  • O filme é silencioso, narrado apenas por textos riscados por giz nas calçadas e paredes. Os créditos iniciais, que também utilizam este recurso, são muito imaginativos.


  • “Peepshow” revela elementos do surrealismo do cinema mudo, e já demonstra o fascínio de Ken Russell pelo nonsense, humor, fantasia e desapego ao realismo, que marcariam fortemente sua futura filmografia.


  • A sequência da boneca seria usada posteriormente em “Gothic” (1986).


  • Durante a realização deste filme Russell se converteu ao catolicismo.


  • Shirley Kingdon (que interpreta a “boneca”) casou com Ken Russell no mesmo de realização do filme. Ela se tornaria figurinista de boa parte dos filmes de Russell, e também de outros realizadores.



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segunda-feira, 13 de julho de 2020

Pequenos Filmes Grandes Diretores - #3 JAMES CAMERON



PEQUENOS FILMES GRANDES DIRETORES

Os primeiros curtas de consagrados realizadores.

 

#3 – JAMES CAMERON

Filme: “XENOGENESIS” (12 min, 1978)

 

Sinopse

Uma mulher e um homem são enviados em missão espacial para uma gigantesca nave estelar a procura de um local para iniciar um novo ciclo de vida. O homem, Raj, decide explorar a nave e se depara com um gigantesco e ameaçador robô. O desfecho se dá com a mulher, Laurie, em combate contra a ameaça cibernética com auxílio de um outro robô.

 

Notas

 

  • James Cameron, aos 24 anos, levantou 20.000 dólares com um dentista da sua cidade para financiar o filme. A maior parte do filme foi filmada em sua sala de estar e os métodos que usou foram totalmente criados por ele. Aprendendo à medida que avançava com a produção, Cameron disse que se sentia como um médico fazendo seu primeiro procedimento cirúrgico. 

  • Ele coescreveu, dirigiu, editou, projetou os cenários e até fez todo o trabalho de câmera. Autodidata, Cameron criou a maioria dos efeitos especiais por conta própria. Consta que ele passou um dia inteiro desmontando e montando a câmera alugada para que entender como utilizá-la. 

  • Durante o desenvolvimento do projeto o dentista desistiu do financiamento com base no que viu das primeiras filmagens. Mas o filme já estava muito avançado, e seguiu em frente. O fato é que o curta nunca foi totalmente concluído, pois em dado momento o dinheiro acabou. 

  • O trabalho foi visto como promissor por Roger Corman que decidiu chamar James Cameron para trabalhar em “Piranha II” e “Mercenários das Galáxias”. 

  • Em “Aliens – O Resgate” há uma cena muito semelhante com “Xenogenesis”. Aquela onde Ripley grita com a Alien rainha é claramente uma referência a uma cena do curta. Também foi observado que muitos dos temas que apareceriam nos filmes posteriores de Cameron, incluindo uma forte personagem feminina, podem ser encontrados aqui pela primeira vez. 

  • William Wisher, o ator principal do filme, coescreveu “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final” e fez participações especiais em dois filmes de Cameron, “O Exterminador do Futuro” e “O Segredo do Abismo”. 

  • Há evidências claras e convincentes do talento e estilo de James Cameron neste curta. As cenas usadas para mostrar a entrada do robô gigante são totalmente consistentes com o estilo cinematográfico e de edição de James Cameron, revelado por seus trabalhos posteriores. Especialmente no confronto entre dois robôs. Além disso, a semelhança entre o robô gigante do mal em “Xenogenesis” e o Hunter Killer dos filmes da série “O Exterminador do Futuro” é impressionante. 

  • O segundo robô de “Xenogenesis” é pilotado por uma mulher dentro dele, e esse detalhe, juntamente com a maneira como James Cameron a filmou em seu posto de comando, lembra muito a cena em “Aliens – O Resgate”, onde Ripley usa o robô de carga para lutar contra a ameaça alienígena. A semelhança é incontestável. “Xenogenesis” é puro James Cameron.

 

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https://www.youtube.com/watch?v=XfvPuK3QL78

 

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segunda-feira, 6 de julho de 2020

Pequenos Filmes Grandes Diretores - #2 ROBERT RODRIGUEZ



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Os primeiros curtas de consagrados realizadores.

 

#2 – ROBERT RODRIGUEZ

Filme: “BEDHEAD” (9min, 1991)

 

Rebecca, uma jovem garota, é sempre criticada por seu irmão mais velho, David, que "tem o pior cabelo do mundo".

David é geralmente um tipo indisciplinado. No café da manhã, ele faz uma grande bagunça com o cereal e come uma barata. Após, Rebecca vai brincar com uma de suas bonecas e descobre que ela foi desfigurada por David. Enfurecida, ela ataca David, mas depois cai e bate a cabeça.

Quando recupera os sentidos ela descobre que tem poderes telecinéticos. A princípio, ela pensa em como seus novos poderes poderiam beneficiar a humanidade (incluindo tornar-se a primeira mexicana-americana a chegar à presidência dos Estados Unidos). Mas ela primeiro decide que se vingará de seu irmão e domará a cabeça dele.

Oprimida por seus poderes, mas ainda incapaz de alisar os cabelos rebeldes de David, ela arrasta o garoto atrás de sua bicicleta, mas acaba sofrendo uma nova queda, batendo outra vez com a cabeça no chão. Ela acorda em um hospital e decide que nunca mais abusará de seus poderes, mas, tanto quanto David sabe, ela continuará sendo uma ameaça.

 

Notas

  • Projeto de filme estudantil de Robert Rodriguez enquanto ele estava na Universidade do Texas em Austin. Ele atuou como diretor, cinegrafista, editor e escreveu a história, juntamente com seu irmão, David, e um amigo, Bryant Delafosse. Rodriguez também criou a sequência animada de títulos.
  • O filme foi filmado em preto e branco na bitola de 16 mm. Foi então transferido para a fita de vídeo de 3/4 ". Como ele não tinha o equipamento para gravar sons sincronizados, o único diálogo é a narração da narração, porque não precisa ser sincronizada com os movimentos dos lábios de ninguém.
  • “Bedhead” foi exibido em vários festivais de cinema competitivos, onde ganhou prêmios em dinheiro que possibilitaram Robert Rodriguez a produzir seu primeiro longa-metragem, “El Mariachi”, no ano seguinte (1992).

 

Assista no Canal da CINE UM no YOUTUBE

https://youtu.be/HBicPyWtaI0

 

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Pequenos Filmes Grandes Diretores - #1 STEVEN SPIELBERG


PEQUENOS FILMES GRANDES DIRETORES

Os primeiros curtas de consagrados realizadores.

 

#1 – STEVEN SPIELBERG

Filme: “AMBLIN” (26min, 1968)


O curta conta uma história de amor, ambientada na era hippie do final da década de 1960, sobre um casal de jovens que se encontram no deserto e tentam juntos pegar carona e seguir para uma praia. Durante a jornada se tornam amigos, depois amantes.


Notas

  • Primeiro filme concluído por Steven Spielberg em 35mm.
  • O título do curta-metragem posteriormente foi utilizado para batizar o nome da produtora de Spielberg, “Amblin Entertainment”.
  • Graças a este trabalho Steven Spielberg conseguiu seu primeiro contrato para dirigir filmes e séries para a TV.


Assista no Canal da CINE UM no YOUTUBE

https://youtu.be/l88gemZgvkw

 

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sábado, 29 de fevereiro de 2020

Star Trek










Apresentação

A série de TV Star Trek é um fenômeno da cultura pop que cativa legiões de fãs há mais de cinco décadas. No entanto, mais do que apenas um programa genérico de ficção científica, ao longo de todo esse tempo Star Trek - Jornada nas Estrelas propôs reflexões sobre diversos problemas sociais.


Através da representação de uma sociedade utópica, personificada na instituição conhecida como Federação Unida de Planetas, aprendemos que o mundo visto em Star Trek superou a pobreza e a sociedade de classes, tornando-se uma sociedade pós-capitalista onde acredita-se que “a acumulação de riqueza já não é mais a força motriz da vida”, nas palavras do personagem Jean-Luc Picard. A utopia em Star Trek é uma aposta na capacidade humana de progredir e superar suas contradições históricas.


No caminho inverso da quase totalidade das produções do nicho da ficção científica, com suas distopias aterradoras, Star Trek demonstra que existe um caminho melhor a ser seguido pela humanidade. Porém, não se trata de uma esperança vã, ingênua e acidental. Além de apresentar, de maneira geral, uma etapa superior da humanidade, a série de TV realiza, através de inúmeros episódios, surpreendentes críticas sociais, tornando muito nítida, através da ficção, a necessidade premente de superação dos problemas históricos reais como o racismo, o machismo, a desigualdade, entre outros.


 


Objetivos

O curso Star Trek: Utopia e Crítica Social, ministrado por Eduardo Pacheco Freitas, vai analisar a série de TV sob a ótica dos problemas sociais que apresenta em seus episódios. Para tanto, serão determinados quais problemas são tratados nos enredos, quais as perspectivas utilizadas nas abordagens e qual a importância dessas discussões para o desenvolvimento das diversas franquias lançadas ao longo dos últimos 50 anos. Igualmente serão estabelecidas as relações entre a utopia expressa pelas várias encarnações televisivas de Star Trek, o contexto histórico das produções e as críticas sociais efetuadas em episódios icônicos.


Conteúdos

Aula 1
Breve história de Star Trek
Star Trek e História
Criticar a sociedade, construir a utopia
A superação da sociedade de classes


Aula 2
Os temas da crítica social em Star Trek
Novas contradições na utopia
A denúncia do racismo em Star Trek




Ministrante:
Eduardo Pacheco Freitas
Licenciado e mestre em História pela PUCRS. É autor do livro “Star Trek: Utopia e Crítica Social” e apresenta o canal "Apenas um Trekker” no YouTube, voltado para a análise do universo de Star Trek. Atualmente, trabalha desenvolvendo materiais didáticos para faculdades de História.




Curso

Star Trek: Utopia e Crítica Social

de Eduardo Pacheco Freitas


Datas
04 e 05 de Abril (sábado e domingo)

Horário
14h às 17h

Duração
2 encontros presenciais (6 horas / aula)

Local
Cinemateca Capitólio / Sala Décio Andriotti
(Rua Demétrio Ribeiro, 1085 - 3º andar - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)


Material
Apostila (PDF) + Certificado de Participação + Caneta


Investimento
R$ 100,00

Formas de pagamento
Cartão de Crédito (em até 2x)
Depósito / Transferência bancária
PicPay


***
Promoção: R$ 90,00
(* Válido para as primeiras 10 inscrições por depósito bancário)



Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

Apoio
Cinemateca Capitólio


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Instruções para efetuar a inscrição

1) Preencha e envie o formulário abaixo.
2) Pagamento por Depósito / Transferência bancária / PicPay:
Após enviar o formulário você receberá as orientações.
3) Pagamento por Cartão de Crédito:
Após enviar o formulário, clique no botão do PagSeguro.
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FICHA DE INSCRIÇÃO



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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Oficina de Roteiro de Cinema - Turma 19




** VAGAS LIMITADAS **
Início: 18/Abril/2020


Apresentação

Oficina de Roteiro de Cinema (Turma 19) é uma atividade focada na criação e na redação do roteiro audiovisual, desde a ideia inicial, passando por seus diversos tratamentos, até a conclusão de um roteiro acabado para curta-metragem. Na Oficina serão estudados os princípios técnicos do trabalho de um roteirista. O desafio é: como escrever sem cair nas fórmulas pré-fabricadas?


O objetivo da Oficina de Roteiro de Cinema é oferecer aos participantes as ferramentas técnicas que deverão ser aliadas à criatividade para o desenvolvimento da escrita audiovisual. A proposta é que os participantes desenvolvam individualmente, até o final da Oficina, um roteiro completo para um curta-metragem, passando por todas as etapas de sua concepção.


A Oficina

Oficina de Roteiro de Cinema (Turma 19), ministrada pelo roteirista e escritor Marcelo Cortez, desenvolverá aulas teóricas e práticas de redação de roteiro para seriado, curta e longa-metragem. Serão 7 aulas presenciais semanais ao longo das quais cada aluno desenvolverá um roteiro de curta-metragem, com supervisão individual do professor. As aulas serão ministradas no Centro Cultural CEEE Érico Verissimo (Porto Alegre), aos sábados pela manhã.



Público Alvo
A Oficina é aberta a todos os interessados. Não é necessário nenhum pré-requisito de formação e/ou atuação profissional para participar desta atividade.


Conteúdo das aulas

Introdução ao roteiro / Logline / Sinopse / Argumento / Escaleta / Estrutura / Personagens / Conflito / Descrição / Diálogos / Cenas


Metodologia
Aulas expositivas, leitura de roteiros, análises de filmes, estudo de textos de apoio, exercícios práticos, acompanhamento individual no desenvolvimento do roteiro e indicações bibliográficas.



Cronograma das aulas

(Sábados – das 10h às 12h30)
Encontro 1: 18 / Abril
Encontro 2: 25 / Abril
Encontro 3: 02 / Maio
Encontro 4: 09 / Maio
Encontro 5: 16 / Maio
Encontro 6: 23 / Maio
Folga: 30 / Maio
Encontro 7: 06 / Junho



 Ministrante: Marcelo Cortez
Formado em Letras pela UFRGS, estudou roteiro audiovisual na Vancouver Film School. Atualmente, trabalha como tradutor de jogos de videogame, escritor de ficção e roteirista para televisão, cinema e videogame.



Oficina de Roteiro de Cinema
Turma 19
de Marcelo Cortez

Início
18 de Abril de 2020 (sábado)

Horário
10h às 12h30

Duração
7 encontros semanais presenciais (17,5 horas / aula)

Local
Centro Cultural CEEE Erico Verissimo
(Rua dos Andradas, 1223 - Centro Histórico - Porto Alegre - RS)

Investimento
- Cartão de Crédito: R$ 480,00
- À Vista (Depósito bancário / transferência): R$ 460,00
- Valor promocional para as primeiras 5 inscrições*: R$ 420,00
(*Válido apenas para pagamento por depósito bancário / transferência)

Formas de pagamento
Depósito ou transferência bancária / Cartão de crédito

Material
Certificado de participação e Apostila (impressa)

Informações
cineum@cineum.com.br  /  Fone: (51) 99320-2714

Realização
Cine UM Produtora Cultural

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Instruções para efetuar a inscrição

1) Preencha e envie o formulário abaixo.
2) Pagamento por Depósito ou Transferência bancária:
Após enviar o formulário você receberá as orientações.
3) Pagamento por Cartão de Crédito:
Após enviar o formulário, clique no botão do PagSeguro.
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FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
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